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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

5 Comportamentos tóxicos que você não deve tolerar


Por Andrea Shulman

Se você estiver tentando criar uma vida melhor para si mesmo, uma boa ideia para começar é avaliar as pessoas que lhe são próximas e ter certeza de que elas não apresentam comportamentos tóxicos.

Comportamentos tóxicos não são apenas desagradáveis de estar por perto, mas se não forem controlados, é provável que essa negatividade extraia as suas forças como uma bola de neve. É difícil ser positivo e otimista quando você está em um relacionamento que não faz bem para você

Aqui estão cinco comportamentos que você não deve tolerar dos outros. Todos nós podemos ser um pouco negativos ao longo do tempo, por isso, não pretenda que todo mundo ao seu redor deva ser "perfeito" e nunca faça qualquer uma dessas coisas. No entanto, se você for próximo de alguém que apresenta comportamentos tóxicos de maneira consistente, então você pode considerar se retirar da relação:




1. Fofoca: Evite relacionamentos que giram em torno de fofocas. Como diz a famosa frase: "Grandes mentes discutem idéias; mentes médias discutem eventos; e mentes pequenas discutem pessoas". Relações de qualidade são baseadas em uma troca de idéias e entusiasmo; isto é o que nos ajuda a crescer, evoluir e alcançar os nossos sonhos.

2. Elogios sarcásticos: Elogios sarcásticos são uma forma de agressão passiva (por exemplo, "Você é uma ótima motorista" ou "Você tem uma ótima cara para trabalhar em rádio"). Estes insultos escondidos vêm de pessoas que estão irradiando baixa energia vibracional. Bom relacionamento só irá elevá-lo com tipo e feedback genuíno. Psicologicamente, um elogio sarcástico pode ferir seus sentimentos. Se o comentário vem de alguém que você conhece bem, diga à pessoa como você se sentiu quando ele o falou. Fique em silêncio se for uma pessoa que você não conhece bem. Fazer isso e ignorar o comentário pode evitar uma situação mais desconfortável. Ou simplesmente diga "isto não é algo que se diga". Ela talvez peça desculpas e diga que não quis ofender.



3. Competitividade: Estar próximo de alguém que constantemente deseja ser o ´´vencedor´´, que vive beliscando o seu calcanhar para ser ´´mais´´, não é saudável. Pessoas que são felizes pelos seus sucessos e confiantes em suas próprias realizações são as únicas capazes de fornecer o apoio que você precisa. A única pessoa com quem alguém deveria estar competindo consigo mesmo.

4. unilateralidade: Indivíduos que só lhe procuram quando precisam de você ou que exigem que as coisas devem ser feitas sempre da sua maneira, provavelmente farão você se sentir marginalizado e mal-amado. Bons relacionamentos demonstram um equilíbrio sólido de compromisso e respeito mútuo.

5. Apontar seus defeitos: Estar perto de alguém que conta histórias humilhantes sobre você, critica sua aparência ou gosta de postar fotos feias de você em mídias sociais, pode ser prejudicial para a sua auto-estima. Os melhores amigos e pares irão se concentrar nas suas qualidades positivas, pois se preocupam com os seus sentimentos.

Se você sentir que está num relacionamento com alguém que apresenta comportamentos tóxicos, você pode querer pensar em se distanciar dele. Mesmo se você achar que não pode terminar completamente a relação, pode ser benéfico se afastar um pouco e passar mais tempo com as pessoas que fazem bem para você.

Você merece ser feliz e respeitado. Qualquer um que tente fazer você se sentir de outra forma deve ser mantida para além do comprimento do seu braço.

Fonte: ExpandedConsciousness traduzido e adapatado por Psiconlinews



segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Comportamento: Soropositivos usam web para incentivar contaminação pelo HIV





Eles não costumam revelar seus nomes verdadeiros. As trocas de experiências são feitas em sites cujos colaboradores não são identificados. Outras conversas acontecem em grupos fechados, de redes sociais e aplicativos. É assim, secretamente, que homens de diversas partes do Brasil têm se unido para difundir o bareback, modalidade de sexo sem camisinha cujos adeptos, homossexuais soropositivos ou não, “brincam de roleta-russa” com a possibilidade de contraírem e transmitirem o HIV. E o problema vai além: alguns estão usando táticas para enganar jovens mais ingênuos e também deixá-los vulneráveis à doença.

A prática foi denunciada por um estudante de medicina, no mês passado, em um grupo de discussão sobre questões LGBT no Facebook. O jovem de 24 anos, morador do interior de São Paulo, contou que recebeu o alerta de outros médicos e resolveu compartilhar com o máximo de pessoas possível. “O que me motivou a divulgar este absurdo foi saber que adolescentes estão sendo enganados por esses monstros”, disse ele, que preferiu manter o anonimato. “Eles fazem isso por pura maldade, puro prazer em estragar a vida de pessoas que ainda são novas”, completou.

De acordo com o universitário, alguns barebackers, como são chamados, utilizam a web para conhecer jovens gays, marcam encontros e usam diferentes técnicas para conseguirem transar sem proteção. Inicialmente, tentam convencer o parceiro de que a camisinha atrapalharia o prazer da relação. Quando a persuasão não funciona, furam os preservativos e fazem com que estourem no momento da penetração.

Muitas dessas dicas foram facilmente encontradas pela reportagem em um blog chamado "Novinho Bareback", que foi excluído, assim que a denúncia começou a circular nas redes sociais. Na página, integrantes de um "clube" autodenominado "Clube do Carimbo" publicavam, além de fotos e vídeos pornográficos, textos repletos de gírias próprias, em que explicavam os procedimentos e incentivavam os praticantes mais antigos a buscarem novos garotos para se unirem a eles.

"Lembre-se de aproveitar que agora que são férias escolares e tem muitos ‘putinhos’ universitários puros na praça prontinhos para virem para o nosso clube. Como vocês sabem, o sexo bare tem se tornado a modalidade de sexo mais difundida no mundo! Nosso Brasil tem seguido a tendência e cada dia é mais comum encontrarmos adeptos do bare! Todo macho recém-convertido ao bare, lá no fundo, quer ser ‘carimbado’ para ser convertido para nosso lado, para o bare ‘vitaminado’ (risos)”, havia escrito um membro do grupo. “Vitaminado”, no caso, faz referência aos que são portadores da Aids.

"O bom e velho prego ou agulha... Fura essa p**** toda! Quando gozar, vai vazar vitamina dentro do puto. Funciona melhor em dark rooms e sex clubs com pouca iluminação. Recomendo que fure a ponta, apenas a ponta, por que o passivo pode sentir durante a f*** a fricção do preservativo, daí ‘mela a f***’, ou melhor, não mela! Hahaha Furando só a ponta, quando gozar, dá uma segurada dentro para dar tempo de escorrer o suficiente", havia comentado outro.

Em outro blog chamado "Aventuras de um Becker" encontramos mais dicas ilustradas com imagens, vídeos e gifs.

"Cortar a ponta ou furar a ponta dos preservativos é algo fácil de se fazer, dá tesão e estimula um novo fetiche feito por poucos e por alguns. O legal é quando você sabota o preservativo no dia que vai f****", disse o autor, que se identifica como Mauro Machado Becker, antes de escrever um passo a passo do processo. "É preciso prática e discrição sobre tal ato (não saia ai contando isso para todo mundo). Não fez ainda? Faça! Pois é bem provável que já tenham feito em você. É algo sigiloso, uma prática feita por alguns e que decidi compartilhar com vocês a ideia que pode acontecer por acidente ou de propósito", completou.

Em seguida, ele ainda demonstrou certa preocupação: "Este texto é só uma ideia, comentada nacionalmente e internacionalmente, um fato que ocorre e que não quer dizer que eu faça isso".

Outros endereços da internet que exploram o conceito de bareback servem como fórum de discussões sobre o tema e espaço de integração entre os participantes, que combinam abertamente eventos de sexo grupal e gravações de vídeos.



Tentamos entrar em contato com Mauro Machado Becker, mas, até o fechamento da reportagem, não obtivemos retorno.

Por dentro do bareback

Os primeiros registros da palavra bareback (cujo sentido original indicava o ato de cavalgar em um cavalo sem cela) como prática sexual datam do início dos anos 1980 nos Estados Unidos. Na mesma década, a modalidade começou a chegar a alguns países europeus e também ao Brasil como uma "moda" importada das comunidades gays norte-americanas. Simultaneamente, explodiu o boom da Aids em todo o mundo. Nos anos 1990, ele deixou de ser conhecido apenas em pequenos guetos homossexuais e se tornou mais popular (o que aumentou de vez graças à internet).

O aliciamento sem consentimento de novos jovens, no entanto, não é praticado por todos os barebackers. Muitos deles não aprovam a conduta e somente mantêm relações com outros adeptos da modalidade. Mesmo assim, a história não é tão simples.

Em 2009, Luís Augusto Vasconcelos da Silva, professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA), escreveu um artigo sobre o tema – decorrente de uma tese de doutorado defendida em 2008 no Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia – que foi publicado no Caderno de Saúde Pública, revista da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca da Fundação Oswaldo Cruz (RJ). No processo de criação do trabalho, intitulado Barebacking e a Possibilidade de Soroconversão, ele entrevistou praticantes para descobrir qual seria o intuito daqueles homens. A conclusão: não há unanimidade de ideias e intenções.

Em primeiro lugar, o pesquisador descobriu que alguns dos entrevistados transavam sem proteção porque queriam, de fato, contrair o vírus HIV. Eles são conhecidos como bug chaser (em inglês, “caçador de inseto”), homens negativos que procuram um gift giver (“doador de presente”), os positivos, para se contaminarem. Depressivos, eles manifestavam desejo de morrer, mas “não tinham coragem” de cometer suicídio.

Outros demonstraram, segundo o professor, desejo “indireto” de se contaminarem – não mais por vontade de morrer, mas pela “liberdade” de, ao se tornarem soropositivos, pararem de se preocupar com a proteção. Seria como um “alívio” por contrair uma doença que parecia inevitável.

Alguns rapazes também justificaram a prática alegando que gostavam da sensação de perigo e subversão. Eles contaram ao estudioso que, a cada novo resultado negativo que recebiam em exames de HIV, sentiam a adrenalina subir e era “como se estivessem ganhando o jogo”. Em caso de resultado positivo, a sensação não seria diferente, pois gostavam até mesmo de se sentirem “mais fortes que a infecção”. “Minha postura é subversiva, minha prática também. É para testar meus limites, para ver até onde encaro essa roleta-russa”, afirmou um deles.

Por fim, ainda de acordo com Vasconcelos da Silva, existiam aqueles que sentiam “curiosidade e fascinação” por participar de uma “identidade soropositiva” e, devido aos avanços no tratamento da doença, simplesmente não tinham consciência de sua gravidade.

Vale lembrar que, consentida ou não, a prática de disseminação de doenças sexualmente transmissíveis é considerada criminosa. Segundo o artigo 130 do Código Penal, “expor alguém, por meio de relações sexuais ou qualquer ato libidinoso, a contágio de moléstia venérea, de que sabe ou deve saber que está contaminado” deve resultar em pena de detenção de três meses a um ano. Se a intenção for transmitir a moléstia, passa para um a quatro anos de prisão.

Falta de políticas públicas e informação

O autor do blog que foi deletado da web, rapaz que se identificava apenas como Matheus, costumava compartilhar fotos e vídeos dele e dos jovens “aliciados” – a maioria com corpos musculosos e definidos.

“Em um universo onde corpos sarados chamam a atenção, esses ‘carimbados’ também usam esse artificio para conquistar suas vítimas. Fazendo uma associação com os dados apresentados pelo Ministério da Saúde em 2014, foi justamente na idade entre 16 e 24 anos que subiu o número de infectados. Aí entra o papel do governo”, afirmou o estudante autor da denúncia.

Para ele, o Estado tem responsabilidade direta no aumento dos casos de HIV entre os jovens quando cede a pressões de setores conservadores da sociedade e evita criar publicidades direcionadas a LGBTs que alertem sobre a importância do uso do preservativo. Ele relembrou, por exemplo, o Carnaval de 2012, quando o governo federal retirou do ar uma campanha [imagem abaixo] voltada ao uso de camisinha que era ilustrada com dois garotos homossexuais.

Procurado pela reportagem, o Ministério da Saúde enviou nota em que se posiciona contra a prática de bareback e alegou que produz materiais de prevenção especialmente desenvolvidos para a população de gays e travestis. Confira a íntegra do comunicado:

O Ministério da Saúde é contra a prática do “barebacking”. Nas campanhas de prevenção às DST e Aids promovidas pelo Ministérios da Saúde (1º de dezembro e Carnaval, por exemplo), existem materiais de prevenção especialmente desenvolvidos para a população de gays, travestis e profissionais do sexo, onde é reforçado o uso do preservativo como uma das formas de prevenção à doença. Existem também campanhas regionais desenvolvidas em estados e municípios por ocasião de eventos específicos dessas populações como em paradas gays.
Outra forma de prevenção divulgada nesses materiais específicos é Profilaxia Pós-Exposição (PEP) – medida de prevenção que consiste no uso de medicamentos antirretrovirais pela pessoa que se expôs ao vírus do HIV em relações sexuais desprotegidas, como nas que ocorrem falha, rompimento ou não uso de preservativos.

É importante ressaltar que não cabe ao Ministério punir ou julgar civilmente quem pratica ou coopta pessoas para a disseminação da prática. Atualmente, existe um grupo de trabalho sobre a temática gay e HSH (Homens que fazem sexo com homens) no Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde. Dentre os assuntos em discussão no grupo está a prática do “barebacking”. O grupo analisa as implicações dessa prática e o quanto ela está disseminada no Brasil, levando em consideração as informações regionais dos grupos que fazem prevenção, de forma a embasar as ações educativas / preventivas junto a essa população desenvolvidas pelo ministério.

Crescimento do HIV no Brasil

Um relatório divulgado em julho do ano passado pela Unaids, a agência da Organização das Nações Unidas (ONU) dedicada à luta contra a Aids, apontou que, entre 2005 e 2013, o Brasil registrou aumento de 11% em infecções por HIV. O número de mortes no País em decorrência da doença, por sua vez, subiu 7%.

Os dados são ainda mais alarmantes quando comparados com os outros países: no mundo todo, houve queda de 27,6% nas infecções e de 35% nas mortes. Se levarmos em conta apenas a América Latina, as diminuições foram de 3% e 31%, respectivamente.

Outro levantamento divulgado em dezembro do mesmo ano pela Secretaria da Saúde de São Paulo mostrou que os casos aumentaram 23,2% no Estado entre jovens de 15 a 24 anos de 2009 a 2013. Em 2009, foram notificados 687 novos casos; em 2013, 847.

Pesquisa mais recente do Ministério da Saúde, divulgada na semana passada, mostrou que, apesar de 94% dos brasileiros saberem da importância do uso da camisinha na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, 45% dos sexualmente ativos não usaram preservativo em relações ocasionais em 2013, percentual estável desde 2004.

Fonte: www.terra.com.br






domingo, 1 de fevereiro de 2015

Governo francês lança infográfico com 9 mudanças comportamentais que indicam um processo de radicalização jihadista


Como identificar um jihadista radical? De acordo com o Governo francês, vários sinais revelam que "um processo de radicalização está em andamento". No entanto algumas delas, como a mudança de hábitos alimentares - ilustrado com um pedaço de pão - provocaram piadas entre os usuários de redes sociais.



O governo francês, que ainda se recupera da onda de ataques terroristas, iniciou um plano com novas medidas de segurança. Nesse sentido, nesta quarta-feira a França lançou um novo website, Stop Djihadisme, para tentar detectar supostos militantes.

Destinado a jovens franceses, um alvo freqüente de conversão por extremistas islâmicos, o site tornou-se imediatamente popular. Mas nem toda a atenção veio de adolescentes franceses insurgindo-se contra o fundamentalismo religioso. Os comportamentos definidos como "indícios" de radicalização foi ridicularizado nas redes sociais.

Como esperado, algumas sugestões no anúncio provocaram reações engraçadas. Eles apareceram nas redes sociais em comentários como: "Eu parei de praticar esportes ... Posso ser considerado um jihadista?" Ou "Pais franceses: se os seus filhos pararem de comer pão, estão a meio caminho da jihad". 
Será que estão errados?

Fonte: RT






sábado, 24 de janeiro de 2015

Comportamento: Noiva publica no Facebook lista de razões pelas quais não convidou todos os amigos para o casamento





"Vou tentar tornar isso o mais simples possível para que ninguém fique magoado", escreveu a noiva, antes de enumerar sete motivos que usou para eliminar algumas pessoas de sua festa

Poucas coisas na vida dão mais trabalho do que selecionar os amigos que vão a sua festa de casamento. Mas uma noiva americana resolveu chutar para longe toda a etiqueta e listar, em sua página no Facebook, as razões pelas quais alguns “amigos” não são próximos o suficiente para ir ao evento.

“Não temos lugares sobrando na igreja e na recepção”, começa o post da noiva. “Então vou tentar tornar isso o mais simples possível para que ninguém fique magoado. Se você não for convidado, aqui vai uma lista de possíveis razões.”

Entre os sete motivos para a exclusão, a americana incluiu “Se eu já te convidei toda vez que faço uma reunião e você nunca apareceu”, “Se você é só um colega de trabalho e nós nunca saímos fora dele” ou “Se você provavelmente viria só pela comida e a bebida e realmente não tem nenhum outro interesse além disso”.

E, mostrando que não há limites para o constrangimento público, o número 7 é especialmente vingativo: “Se você se casou e eu pensei que éramos amigos mas você não me convidou”.
Confira, abaixo, a lista completa:



"1. Se eu já te convidei toda vez que faço uma reunião e você nunca apareceu;

2. Se você é só um colega de trabalho e nós nunca saímos fora dele;

3. Se eu compareci a coisa que você me convidou e você nunca apareceu ou sequer respondeu a meus convites;

4. Se eu só saí com você em um grupo, mas nós não somos próximos;

5. Se em algum momento você falou alguma m... sobre mim, você definitivamente não será convidado;

6. Se você provavelmente viria só pela comida e a bebida e realmente não tem nenhum outro interesse além disso;

7. Se você se casou e eu pensei que éramos amigos mas você não me convidou.”
Nos comentários, muitos usuários questionaram se alguém “que nunca respondeu a um convite” da noiva ou “nunca saiu com ela fora do trabalho” estaria realmente interessado na festa.

Fonte: Marie Claire






sexta-feira, 14 de novembro de 2014

10 comportamentos que podem estar impedindo você de ser feliz



Felicidade é um termo muito abrangente e subjetivo e, muitas vezes, difícil de ser explicado.

Os motivos pelos quais uma pessoa é feliz ou infeliz são relativos, mas eu acredito que muitos deles venham das conquistas, realizações pessoais e da satisfação com a própria vida ou da falta de tudo isso.




Acho que todo mundo conhece alguém que está sempre insatisfeito, reclamando e infeliz, não é?

Depois de um tempo estudando sobre felicidade e observando pessoas que estão sempre reclamando da vida ou deprimidas – não considerando aquelas que muitas vezes têm razões legítimas para isso – eu identifiquei algumas caraterísticas comuns entre a maioria delas.

As pessoas infelizes geralmente:

1. Não assumem o controle da própria vida.

Uma frase que traduz isso é a famosa “eu não tenho escolha” como justificativa para tudo aquilo que faz a vida dessas pessoas infeliz, seja um trabalho que elas odeiam, um relacionamento falido ou filhos para sustentar.

O que elas muitas vezes não entendem é que não ter escolha é uma escolha. Aturar o chefe mala e chorar todos os dias antes de ir para o trabalho é uma escolha. Elas estão escolhendo ter o dinheiro, estabilidade ou qualquer outra coisa que esse trabalho proporciona em detrimento da sua possível liberdade ou de uma nova carreira.

Continuar em um relacionamento falido por causa do apartamento, das dívidas ou dos filhos é uma escolha, assim como abrir mão das próprias vontades para dar o melhor a eles também é. Quando elas fazem isso, estão escolhendo não lidar com as consequências que uma mudança pode trazer, como ter de cair o padrão de vida ou lidar com o fato de que podem perder o contato com os filhos depois de um eventual divórcio, por exemplo.

Se você não tem coragem de mudar aquilo que faz com que a sua vida não seja do jeito que você quer, apenas aceite que você fez uma escolha e tente ser feliz com ela. Tente olhar para o lado positivo daquela situação que você se encontra, como ter o sossego da estabilidade financeira quando se tem um emprego.

Não estou falando em pensar positivo ou ser falsamente otimista, mas em ser verdadeiramente grato pelo benefício que toda escolha (por pior que seja) também proporciona.

2. Desistem antes mesmo de tentar.

As pessoas que se consideram infelizes geralmente assumem que elas não sabem ou não conseguem fazer algo, muitas vezes sem tentar ou depois de ter falhado uma única vez.

São aquelas que simplesmente aceitam o fato de não serem boas com números ou trabalhos manuais, de não saberem cozinhar ou de que nem adianta pensar em abrir um negócio X ou Y porque já existem outras pessoas bem sucedidas naquelas áreas e não tem mais espaço para elas.

Uma coisa é não querer aprender ou fazer algo porque você não gosta, até aí, tudo bem. O problema é que muitas vezes elas não querem (ou não conseguem) assumir isso e ficam criando barreiras e desculpas que justifiquem o fato de elas não terem motivação sequer para tentar.

Perfeição e talento vem da prática. Se existe algo que você gosta e quer muito fazer, faça! Faça isso todos os dias. É a única maneira de saber se vai dar certo ou não. Inventar desculpas antes de tentar é exatamente o que te afasta do sucesso.

3. Se comparam excessivamente com outras pessoas.

Uma das coisas que mais faz o ser humano infeliz, na minha opinião, é se comparar com os outros. Quando você se compara com alguém, você deixa de olhar para fatores, nem sempre óbvios, que colocaram aquela pessoa com quem você se compara no lugar onde ela está.

Por mais que você ache que o sucesso, a beleza ou seja lá o que for, tenha vindo de forma fácil, você não estava na pele dela para saber e não tem o direito de julgar.

É preciso entender que cada um é merecedor do que tem, seja para o bem ou para o mau, mesmo que você não consiga enxergar o motivo.

4. Não lidam bem com adversidades.

Uma das descobertas mais interessantes dessa minha pesquisa sobre felicidade foi que as pessoas mais felizes são aquelas que sabem como lidar com as adversidades da vida.

É impossível viver uma vida toda evitando problemas ou coisas negativas que possam nos acontecer. O que algumas pessoas não entendem é que tentar jogar para baixo do tapete ou fingir que não está acontecendo também não vai fazer com que elas sejam mais felizes.

Tudo o que nos acontece é sim uma oportunidade para aprendermos. Não adianta achar que a vida é injusta ou tentar encontrar culpados em vez de entender o porquê estamos passando por aquela situação tão desagradável e o que podemos fazer para que aquilo não se repita ou não nos abale tanto.

Ser feliz não significa nunca chorar ou não ter problemas e sim, não se deixar abater e acreditar que amanhã é sempre um novo dia e uma oportunidade para fazer melhor.

5. Não tem um objetivo de vida.

Elas podem ter sonhos, mas esses raramente são transformados em um objetivo claro e concreto e, por isso, acabam quase nunca sendo realizados.

As pessoas sem um objetivo vivem como se estivessem em um barco à deriva. Por mais que passem o dia todo navegando pelo mar, não chegam a lugar algum ou, quando chegam, não é onde queriam estar.

São os nossos objetivos que determinam a forma com que usamos o nosso tempo e se as nossas escolhas estão nos levando para perto dele ou não. Cada dia vivido sem um objetivo é um dia desperdiçado.

Se você se sente perdido e sem propósito, comece com coisas pequenas. Escolha um objetivo de curto prazo e faça de tudo para alcança-lo. Quando você consegue conquistar algo, isso te motiva e faz você querer perseguir novos objetivos! Quem sabe no meio dessas pequenas conquistas você não encontra o propósito da sua vida?

6. Vivem em estado de inércia.

A inércia também é uma consequência da falta de objetivo. Quem não sabe para onde ir, geralmente não sai do lugar. De novo, não adianta ter grandes sonhos e fé seja lá no que for, mas não levantar a bunda do sofá para fazer com que as coisas aconteçam.

Quem está sempre esperando acaba frustrado, já que as melhores coisas da vida acontecem para aqueles que não esperam e sim, vão atrás do que querem.

Não adianta você sonhar em viajar o mundo, ter a sua casa própria ou o emprego dos sonhos se absolutamente nada do que você faz na sua vida te levam em direção a isso.

7. Não entendem o valor do tempo.

Quem não tem objetivos claros e vive em inércia, geralmente não entende a importância do tempo.

Vamos lá, e se a gente começar a pensar no tempo dessa forma: para cada dia que alguém que não está satisfeito com a própria vida não faz nada para mudar essa situação, uma quantia de dinheiro deveria ser debitada da sua conta corrente, mesmo que ela não tivesse. Aposta quanto que ia ter muita gente desesperada por aí?

Por que o mesmo não acontece quando perdemos nosso tempo? O dinheiro sempre pode ser ganho novamente, o tempo perdido nunca mais poderá ser reposto, mas algumas pessoas ainda não se deram conta de que ele é o bem mais precioso que temos.

O tempo desperdiçado com coisas inúteis nos traz um prejuízo muito maior do que qualquer conta negativa.

8. São procrastinadores.

Essa é outra característica de quem não valoriza o tempo. Essas pessoas olham para a vida como se ela fosse inesgotável. Elas não entenderam que começamos a morrer no dia que nascemos e cada dia que temos de vida é um presente, pois não sabemos quantos mais vamos ter.

Pense que tudo aquilo que você deixa para amanhã, pode nunca mais ser feito. A morte do meu pai aos 51 anos me ensinou isso e, hoje, eu posso dizer que esse triste episódio salvou muitos anos da minha vida. Foi por causa dele que eu passei a viver cada dia como se fosse o último e eu realmente acho que você deveria fazer o mesmo.

9. São apáticos.

Quando pensamos em pessoas apáticas nos vem à cabeça quem não tem opinião sobre as coisas ou quem não está nem aí para nada. Mas, apáticos, também são aqueles que não querem abrir a sua cabeça ao novo, que enxergam as coisas de uma forma e acham que essa é a correta e são resistentes a qualquer tipo de mudança.

São pessoas que, mesmo sendo intelectualmente capazes, não se interessam em aprender nada que não esteja relacionado ao mínimo aceitável. Não leem e não fazem questão alguma de parecerem engajadas com nada. Mesmo em um mundo cheio de maravilhas, curiosidades e novidades aparecendo a cada minuto, elas encontram um jeito de se sentirem entediadas o tempo todo.

10. São impacientes.

Por último, as pessoas infelizes tem grandes expectativas em relação a vida, mas fazem muito pouco para conseguirem o que tanto desejam. Elas sonham, mas não tem ambição. Elas querem o que o mundo tem de melhor, mas não entendem que nada acontece sem esforço, muito trabalho, persistência e paciência.

Estão sempre procurando um caminho mais rápido ou fácil já que não tem paciência para insistir naquilo que querem. É por isso que acabam frustradas e geralmente acham que talvez elas não tenham nascido para serem felizes.

As pessoas com essas características geralmente tentem a pensar que aqueles que são felizes, vivem uma vida incrível ou fazem coisas admiráveis são pessoas especiais ou extraordinárias.

A grande verdade é que a felicidade é uma decisão e deve ser tomada por todos nós diariamente. Ela é o resultado de um conjunto de pequenas coisas que, somadas, fazem com que tenhamos uma vida melhor e mais completa.

Como eu sempre digo, a sua felicidade é você que faz!