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sexta-feira, 17 de abril de 2015

Pessoas Inteligentes se Masturbam Mais, Revela Estudo



Dados científicos, às vezes, nos oferecem uma verdade relativa, já que as pessoas tendem a mentir em algumas situações. Não revelamos toda a verdade, especialmente sobre questões que nos incomodam ou que carregam um tabu cultural. Um dos mais óbvios é o sexo, onde "normal" é um conceito turvo. Mas, ocasionalmente, surge algum estudo científico para lançar alguma luz sobre como nos relacionamos sexualmente com o sexo oposto.




Uma recente pesquisa realizada nos EUA encontrou uma correlação curiosa entre duas variáveis: o nível de educação de uma pessoa e a frequência de masturbação, revelando que pessoas com conhecimentos de ensino superior tendem a se masturbar com mais freqüência.

Este estudo interessante e controverso foi realizado pela Escola Nacional de Saúde e Comportamento Sexual, organizada pela psicóloga especializada em conduta sexual Debby Herbenick. De acordo com Pere Estupinyà, em seu livro S = EX2, a pesquisa foi totalmente financiada por uma empresa conhecida de preservativos, e consistiu em uma amostragem total de 6.000 norte-americanos com idades entre 14 a 90 anos, sendo um dos estudos mais completos sobre a sexualidade dos seres humanos em sociedades modernas. Os dados e resultados dessa pesquisas têm recebido muita atenção.

Os resultados da investigação

A pesquisa revelou que 71,5% das mulheres entre 25 e 29 anos reconhece ter se masturbado durante o último ano. Um número mais modesto, 46,5%, são de mulheres entre 60 e 69 que afirmam ter feito nos últimos 365 dias. Se formos avançando na idade, como no caso de pessoas com mais de 70 anos, o estudo relatou que 33% desse grupo diz ter se masturbado no ano passado; um número bem alto quando se considera a crença popular de que o sexo não está presente na vida dos idosos.

Outras conclusões do estudo foram, por exemplo, a correlação entre o nível acadêmico do sujeito com a frequência com que se masturbam. Como indicado no título da matéria, parece que há uma tendência de que quanto maior o nível de escolaridade, mais frequentemente o indivíduo se masturba.

Além disso, a pesquisa também mostrou que 25% dos homens e apenas 5% das mulheres admitem ter consultado conteúdo pornográfico na Internet durante o último mês. Outro fato interessante, e que tem a ver com a proteção durante o sexo, é que 28% dos homens dizem que perderam a ereção quando se preparavam para colocar o preservativo em pelo menos um de seus últimos três encontros sexuais.

Fonte: KinseyInstitute e Psicologiaymente traduzido e adaptado por Psiconlinews

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Pessoas menos inteligentes tendem a ser mais conservadoras e preconceituosas


Não é nova a ideia de que o conservadorismo e o preconceito estão ligados umbilicalmente. Vários estudos já realizados chegaram a essa conclusão. A novidade é que o posicionamento conservador e o preconceito podem estar ligados à baixa inteligência.




Um estudo feito por pesquisadores de uma universidade de Ontario, no Canadá, chegou a conclusões bastante interessantes: adultos de baixo QI ou com dificuldades cognitivas tendem a ter atitudes conservadoras e preconceituosas (racismo, homofobia, machismo etc).
O estudo foi dirigido pelos pesquisadores Gordon Hodson e Michael A. Busseri, do departamento de Psicologia da Universidade Brock, de Ontario, e foi publicado pela revista Psychological Science.
Os dados levam a crer que as pessoas menos inteligentes se sentem atraídas por ideologias conservadoras porque estas exigem menos esforço intelectual, pois oferecem estruturas ordenadas e hierarquizadas, onde o indivíduo pode se sentir mais confortável.
É bom deixar claro que inteligência nada tem a ver com escolaridade. Há vários exemplos históricos (como a Comuna de Paris ou a Revolução Russa) em que as classes mais baixas e com menos escolaridade se mostraram as únicas capazes de pensar de maneira progressista.
Hodson afirma que “menor capacidade cognitiva pode levar a várias formas simples de representar o mundo e uma delas pode ser incorporada em uma ideologia conservadora, onde ‘pessoas que eu não conheço são ameaças’ e ‘o mundo é um lugar perigoso ‘…”.
A grande contribuição dessa pesquisa pode ser a criação de novas formas de combater o racismo e outras
formas de preconceito. “Pode haver limites cognitivos na capacidade de assumir a perspectiva dos outros, particularmente estrangeiros”, entende Hodson, já que a crença corrente é que o preconceito tem origens emocionais, não cognitivas.

Texto extraído de: www.livrepensamento.com