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sexta-feira, 3 de abril de 2015

3 Coisas Que os Pais Nunca Deveriam Dizer Para Seus Filhos


Por Erica Reischer 

Uma criança choramingando incessantemente, ou um adolescente que não pára de discutir, mesmo depois de dizermos: "Não". Somado a isso, podemos estar preocupados com o trabalho, chateados por alguma interação desagradável com um parente, ou exaustos depois de um longo dia. Num cenário destes, pode ser extremamente difícil escolher as palavras com cuidado, mas elas têm um impacto significativo sobre nossos filhos, especialmente quando são repetidas regularmente. Se essas palavras forem ásperas ou que incitem culpa, é provável que a relação com os nossos filhos seja prejudicada.




Aqui estão três coisas que você nunca deve dizer para os seus filhos:

1. "Você está me deixando louca!"

Esta frase, e outras do tipo, usa a culpa para motivar a criança a mudar de comportamento. Sim, podemos nos sentir como se nossos filhos estivessem nos deixando loucas em algum momento, mas não podemos dizer isso para eles. Na verdade, a expressão dos nossos sentimentos desta forma, não editada, é susceptível de agravar a situação momentânea e, à longo prazo, afetar negativamente a relação com os nossos filhos. Pior, ela faz a criança se sentir responsável pelos maus sentimentos das outras pessoas, uma receita para a baixa auto-estima e ansiedade.

2. "O que há de errado com você?"

Esta frase, e outras do tipo, usa a vergonha para motivar a criança a mudar de comportamento. Tal como acontece com a frase culpabilizante acima, esta frase vexatória enquadra a situação como sendo culpa do seu filho, em vez de reconhecer que todas as situações são um produto complexo de muitos fatores diferentes, incluindo nossas próprias percepções, humores, experiências anteriores e expectativas.

Por exemplo, se você entrar no quarto e descobrir que seu filho de cinco anos de idade acabou de cortar sua camisa favorita em pedaços, você pode ficar tentada a exclamar: O que há de errado com você? Em vez disso, lembre-se que, seja qual for a situação, as ações do seu filho são quase sempre uma tentativa de atender alguma necessidade, como obter a sua atenção; ou obter informação (O que acontece se eu fizer X?); ou envolvimento criativo (Preciso de algum tecido para minha colagem).

Além disso, esta frase vexatória diz ao seu filho que ele é falho, e centra a sua atenção sobre o que há de errado com ele, como pessoa, em vez de orientá-lo sobre o que fazer de diferente para criar um resultado mais positivo. Mais uma vez, esta é uma receita para prejudicar o bem-estar.

3. "Eu gostaria mais de você se..."

Esta frase, e outras semelhantes, usa o medo para motivar a mudança. Ele se baseia na agressão e intimidação. Tenha em mente: Um dia seus filhos vão crescer e ser independentes, por isso, se esta é a sua estratégia, um dia ela não será mais eficaz. Mas o que é mais problemático sobre esta estratégia é que ela ensina as crianças, através da modelagem de comportamento, a conseguirem o que desejam através da agressão e intimidação. Além disso, ao longo do tempo esta frase é suscetível de minar a confiança e o respeito do relacionamento com seus filhos.

O que cada uma destas três frases problemáticas tem em comum é: Elas chamam a atenção para a criança como pessoa, em vez do seu comportamento.

Em quase todas as situações, o problema em questão é o que a criança disse e/ou fez, e isto é o que precisa ser tratado. Usar a vergonha, a culpa ou o medo, acabará sendo um tiro pela culatra, porque essas estratégias não se concentram no problema real (o comportamento) e implicam que o seu filho seja o problema.



Podemos ensinar às crianças que o comportamento é uma escolha, e enfatizar que elas podem aprender a fazer escolhas melhores. Fazer uma escolha ruim não significa que elas sejam ruins; apenas que cometeram um erro e precisam de mais prática e treinamento para fazerem melhor da próxima vez.

Então, o que podemos dizer nesses momentos acalorados, a fim de ajudar nossos filhos a mudar de comportamento? Em suma, foque o seu comportamento de forma explícita. Aqui estão três frases para ajudar você a conseguir isso:

  • "Eu não gosto desse comportamento."
  • "Eu não gosto quando você ____."
  • "Quando você ____, sinto-me _____."


Depois não se esqueça de explicar por que o comportamento não é normal, e converse sobre o que ela poderia fazer da próxima vez.

Fonte: PsychologyToday traduzido e adaptado por Psiconlinews

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

´´Meu pai é um mentiroso´´, um anúncio que vai comover você





Este comovente spot publicitário foi feito por uma seguradora com a intenção de lembrar sobre os esforços a que um pai é capaz de se submeter para dar o melhor a seus filhos.







domingo, 1 de fevereiro de 2015

Pedras da infância: veja como as coisas vividas na infância atrapalham nossa felicidade





Por Gustl Rosenkranz 

Bom, você com certeza leu o título e se pergunta agora: o que ele quer dizer com “pedras da infância”?

Chamo de “pedras da infância” tudo aquilo que foi colocado em nossa “mochila” quando ainda éramos pequenos e à medida que fomos crescendo, coisas que nos foram dadas ou mesmo impostas como condição para sobreviver e para ser aceito no seio da família e da sociedade. Essas pedras não são boas, mas foram necessárias, pois precisamos delas na infância para que possamos crescer, ficar fortes e adultos e caminhar com as próprias pernas.

Acredito que todo ser humano nasce com um espírito livre, mas um corpo frágil, pequeno, indefeso e dependente (em primeira linha dos pais). E nosso espírito sabe que é preciso proteger esse corpo para que ele um dia se torne robusto o suficiente para finalmente ser igualmente livre, como nosso espírito. E assim aceitamos as regras, tropeçamos nas pedras colocadas em nossos caminhos e carregamos nas costas aquelas depositadas em nossa “mochila”. Essas pedras são praticamente as estratégias que desenvolvemos para que possamos sobreviver, como, por exemplo, aquela pedra que uma criança recebe do pai colérico, que não gosta que a criança fale alto e dá bronca gratuita quando isso acontece. Assim, a criança aceita a pedra “fale baixo para não levar bronca do pai”, se tornando então alguém que fala baixo e que estremece só de ouvir alguém falando alto. Ou mesmo a pedra que uma criança recebe dos pais quando conta uma história fictícia, fruto da fantasia inerente à infância, mas é repreendida por estar “mentindo”. Assim a criança recebe a pedra “fantasia é mentira!”. Ou mesmo quando uma criança chega em casa com o boletim da escola com notas boas. Essa criança vê então a alegria dos pais, que saem mostrando o boletim a todo mundo, aos parentes, aos vizinhos, para que todos vejam o quanto seu filho ou sua filha é inteligente. Assim, sem que se perceba e mesmo que a intenção dos pais seja boa, a criança recebe a pedra “seja boa na escola para ver seus pais felizes!”.
Fico no exemplo da criança com boas notas na escola. Poderíamos pensar que esse elogio dos pais seria uma coisa boa e, em princípio, isso é verdade. Mas o que acontece então quando a criança não consegue manter suas notas boas e termina “fracassando” em uma ou outra matéria? Bom, depende então do tamanho assumido pela pedra do elogio dos pais: se ela for pequena, a criança pode até sentir um pouco de vergonha, mas sem maiores complicações. Mas se o elogio dos pais tiver se tornado para a criança uma pedra grande e pesada, a vergonha será enorme e a criança fará de tudo para esconder a nota ruim dos pais, mentindo, disfarçando e fugindo da realidade, sem perceber que com isso a pedra só fica ainda maior e mais pesada. E é esse crescimento que é problemático, pois, a depender do meio no qual vivemos quando crianças e do nível de maturidade de nossos pais e das pessoas à nossa volta, ele pode se tornar um crescimento selvagem, uma excrescência, fazendo com que uma pedra (ou mesmo várias) cresça tanto que um dia, mesmo já adultos, nos encontremos praticamente embaixo dela, tendo então muita dificuldade de se livrar novamente desse peso.
sísifoQuero dizer que nosso sofrimento como pessoas adultas tem muitas vezes sua origem nessas pedras da infância, que recebemos e que tivemos que carregar conosco durante muitos anos, na verdade décadas, na verdade nossa vida inteira até aqui, sem que muitas vezes percebamos que nosso corpo já cresceu, não é mais tão frágil, que já nos tornamos adultos e, ao invés de finalmente juntar essa liberdade do corpo à liberdade do espírito do momento em que nascemos e sermos finalmente livres em plenitude, mantemos nosso corpo preso a essas pedras, prendendo assim igualmente o espírito, e aquele ser humano que nasceu “meio livre”, com espírito livre e corpo dependente, se torna um prisioneiro completo, encarcerado em sua infância, detido por suas próprias pedras. A solução para muitos de nossos problemas atuais seria então reconhecer que estamos carregando essas “pedras da infância”, que não são mais necessárias, pois já ficamos adultos, abrindo a mochila, esvaziando-a e continuando a caminhar, ou melhor ainda: voando, livre, leve e solto, começando finalmente a ser feliz.
Há pedras de todas as cores, formas e tamanhos. Umas são pequenas e fáceis de carregar, outras são grandes e são carregadas com muito sacrifício. Umas são tão pequenas que passamos sem problemas por cima delas, outras são tão enormes que bloqueiam nosso caminho. Umas são feias, outras são brilhantes e lindas e já outras são muito feias, mas parecem bonitas porque queremos vê-las assim. Mas todas elas têm algo em comum: elas pesam e, como tudo que pesa, elas atrapalham nossa andança neste mundo.
Há vários tipos de “pedras da infância” que costumamos carregar conosco, umas menos, outras extremamente pesadas, umas lisas, outras extremamente ásperas. Aqui apenas algumas delas:
- É aquela pedra que uma menina recebe da mãe, que mesmo mal casada e sofrendo, defende a tese de casamento não pode ser desmanchado de forma alguma. A criança cresce então com essa pedra, casa-se mais tarde com o homem errado, mas não se separa por causa da pedra “casamento é eterno, mesmo que se sofra” recebida da mãe;
- É aquela pedra que um garoto sensível recebe do pai quando esse diz que “homem não chora”, fazendo com que o menino perca realmente essa capacidade ou passe a chorar escondido, mesmo mais tarde, como homem adulto;
- É aquela criança que cresce em um ambiente violento e recebe a pedra “violência é normal”;
- É aquela pedra que uma menina recebe da mãe frustrada quando essa diz que “todo homem não presta!”;
- É aquela “pedra da decepção” e a “pedra da perda de confiança” enorme que uma criança recebe quando confia em uma pessoa adulta de sua família, mas é abusada sexualmente;
- É aquela “pedra do medo” que uma criança recebe quando tem um pai ou mãe altamente cuidadosa, que nunca a deixa brincar do lado de fora;
- É aquela “pedra da rejeição” dada pela mãe ou pelo pai quando a criança se comporta de uma forma diferente da esperada e o pai ou a mãe diz então que “preferia não ter um filho (ou filha)”;



- É aquela “pedra da fofoca e da inveja” recebida pela criança que cresce em uma família fofoqueira e invejosa;
- É a “pedra do racismo” quando uma criança escuta constantemente em casa que pessoas com outra cor de pele não têm o mesmo valor;
- É a pedra “não vale a pena ser honesto” quando uma criança rouba e os pais passam a mão pela cabeça, deixando valer a desonestidade;
- É a pedra “não há justiça no mundo” quando pais tratam filhos de forma diferente, favorecendo uns, prejudicando outros.
Essas pedras são nossos medos, nossa solidão, nossa insegurança. nossos conceitos errados, nossa frustação, enfim, todas essas coisas que adquirimos na infância.
Bom, exemplos não faltam. Mas prefiro contar uma história concreta, que ilustra bem como as pedras de nossa infância podem nos fazer sofrer como adultos:

Conheci uma mulher muito inteligente, com um coração do tamanho do mundo, uma pessoa muito agradável e que teria de tudo para ser feliz. Mas não era. Ela tinha problemas sérios de saúde e sofria de muito de problemas físicos, sem que nenhum médico descobrisse o que ela tinha, restando somente a possibilidade dela sofrer de um mal psicossomático. Bom, como ela tentava de tudo para parar de sofrer, ela aceitou esse diagnóstico e iniciou uma psicoterapia. Muitos meses depois, após passar por uma fase difícil de autoconhecimento e reflexão com ajuda do psicoterapeuta, ela descobriu o que a fazia sofrer:
Quando criança, ela sentia muita falta de receber carinho do pai, que era uma pessoa extremamente intelectual, distante emocionalmente e muito severa com os filhos. Ainda pequena, ela colocou na cabeça que queria escutar do pai que ele a amava e fazia de tudo para agradá-lo, sem sucesso, pois o pai se mantinha reservado nesse sentido. Pois bem, ela foi tentando, tentando, tentando… E a “pedra” foi crescendo… Um dia ela se tornou uma mulher adulta, mas o comportamento era o mesmo, pois ela continuava tentando agradar ao pai e pior ainda: também ao marido, ao chefe e a todas as figuras masculinas em sua vida (até mesmo ao filho!) – aqui vemos como a pedra cresceu! Mas nada adiantou: um belo dia, o pai faleceu sem dizer à filha que a amava e, como ela então sabia inconscientemente que jamais escutaria o que esperava, ela adoeceu, teve uma forte depressão e seus problemas físicos pioraram. Hoje, essa mulher tem 45 anos de idade e continuava sofrendo com isso, sem entender direito por que. Com ajuda da terapia, ela descobriu que estava tão agarrada a essa “pedra da infância” que não conseguia ser feliz. E essa infelicidade fez com que ela terminasse adoecendo, já que a pedra a prendia e evitava que ela fosse livre, tanto no nível espiritual como no nível físico. Somente após reconhecer isso é que ela teve a coragem e a força de simplesmente largar a pedra que recebera do pai (através de sua incapacidade de dizer que a amava!), percebendo que era uma “pedra da infância” não mais necessária na vida adulta, que a segurava em sua caminhada, evitando que ela pudesse ser realmente feliz. Foi um processo difícil e doloroso, mas que valeu a pena, pois hoje ela está bem, mais feliz, mesmo que a “pedra” do pai tenha deixado marcas, mesmo que a tristeza de nunca ter escutado do pai o que tanto queria escutar ainda exista. Largar uma pedra não significa esquecer o motivo de sua existência, mas sim aceitar que ela existe, mas faz parte do passado e não tem mais importância no presente e muito menos no futuro. Sua decisão de largar essa pedra (= aceitar que teve um pai que nunca disse que a amava!) permitiu que ela finalmente conseguisse deixar de carregar consigo um sofrimento do passado, voltando a sentir a liberdade de seu espírito e assim voltando também a se sentir saudável, livre fisicamente, e feliz.

Pode ser você prefira insistir em carregar as suas “pedras da infância”, talvez por costume ou medo. Não haveria nada de errado nisso, pois cada um tem o direito de carregar suas pedras pelo tempo que quiser ou precisar, mas talvez valesse a pena refletir que sentido faz carregar uma mochila pesada, cheia de coisas (pedras) que não lhe têm (mais) qualquer utilidade. Assim, lhe peço: dê uma parada você também. Verifique em você e em sua vida quais as “pedras” que você ainda carrega consigo e perceba quais delas lhe fazem mal e lhe impedem de caminhare quais as que não atrapalham. Depois, abra a “mochila” e tire uma por uma, livrando-se do que lhe prende, evitando que você seja feliz. Vou até mais longe e proponho um exercício prático: pegue realmente uma mochila, procure pedras e coloque-as dentro da mochila, dando a cada uma delas um nome: esta pedra é a “pedra do medo” que eu sentia quando era criança, esta outra é a “pedra da solidão”, já que me senti muito só na infância, já esta outra é a “pedra da expectativa de minha mãe”, que fez com que eu vivesse minha vida de acordo com o que ela esperava e não conforme meus sonhos e desejos, e assim por diante. Depois, escolha um lugar especial, o lugar da despedida, vá até lá com a mochila e se livre das pedras, uma por uma, deixando-as lá e voltando para casa com a mochila vazia. Isso não vai resolver seus problemas completamente, já que é preciso tempo para consertar o que foi quebrado por uma vida inteira, mas será um bom começo para seu crescimento e para sua libertação pessoal.

Fonte: Gustl Rosenkranz 






terça-feira, 23 de dezembro de 2014

5 pessoas que você precisa perdoar antes do fim do ano


























À medida que o ano chega ao fim, muitos de nós se concentram em resoluções, metas e adotar novos hábitos saudáveis. O mês de dezembro é muitas vezes cheio de viagens, tempo com a família e festas natalinas. Com ele podem vir também o estresse e a frustração. Uma das maneiras mais negligenciadas de liberar o stress é simplesmente se voltar para dentro e liberar a raiva.

Muitos de nós se apegam a ressentimentos sem perceber. Seu chefe não o promoveu, seu ex se casou de novo, a grande SUV tomou seu local de estacionamento. Desgraças, dinheiro e o stress do feriadão podem adicionar mais pressão à mistura.

Se você quiser começar o ano novo se sentindo realmente equilibrado e com mais energia, olhe para todos os seus relacionamentos e veja quem você pode perdoar.

Quando você perdoa alguém, isso não tira a culpa do seu comportamento. O perdão é um ato de bondade para com seu próprio coração. Quando você perdoa, você se previne de se machucar. Você segue em frente. Você segue seu caminho. Você se liberta.

Para você se sentir livre nesta temporada de férias, perdoe essas cinco pessoas em sua vida:

1. O seu ex

Perdoar o seu ex-amor não significa dizer que você concorda com o que aconteceu. Significa apenas que você aceitou a situação e agora já está livre para seguir em frente. Quando você perdoa, não é sobre a outra pessoa. Trata-se de abrir o seu futuro, porque você finalmente perdoou o seu passado.

Se apegar a relacionamentos passados depois que eles acabam é uma maneira nefasta de apaziguar um coração partido. Quando você mantém as emoções e reproduz os aspectos negativos do relacionamento que já acabou, você acaba se colocando numa situação de exploração da raiva. Se libertar da raiva e do arrependimento vai ajudá-lo a acolher um novo começo.

2. Seus pais

Seus pais estão fazendo o melhor que podem com as informações que têm. Eles foram criados de forma particular e repassaram apenas o que sabiam. À medida que você cresce, seus pais podem resistir ou ser intransigentes com certos aspectos do seu estilo de vida. Perdoa-lhes. Eles querem o seu bem, mas cabe a você conciliar com a sua própria verdade. A melhor coisa que você pode fazer é não ´´levar a mal´´ o que eles te dizem. Em vez disso, reconheça que eles querem a mesma coisa que você: ser feliz, saudável e livre de cargas emocionais.

3. Seus filhos

Seus filhos podem fazer coisas que não fazem sentido para você. Dê-lhes a permissão para explorar e fazer coisas que ressoam com seu próprio coração. Perdoe-os por fazer ou dizer coisas que te magoaram. Quando alguém nos fere, está apenas tentando dar sentido a um mundo que também está ferindo-o. Faça o seu melhor para perdoá-lo e amá-lo.

4. Seu chefe

Relações de trabalho podem nos afetar em um nível profundo que, em muitos aspectos, não estamos sequer conscientes. Você está abrigando ressentimentos por que o seu colega de trabalho  foi promovido antes de você? Ou talvez o seu chefe continua ignorando suas idéias brilhantes? Perdoa-lhes. Da próxima vez que um colega de trabalho, ou chefe, fizer algo que lhe causa frustração, pare e lembre-se que eles não sabem o que estão fazendo. Alinhe-se com os seus próprios objetivos e perdoe-os.

5. Você Mesmo

Você é muito rigoroso consigo mesmo. Nesta temporada de férias você pode perdoar todos os outros, mas se você se esquecer de olhar para dentro e perdoar a si mesmo, ainda vai se sentir um vazio.

Você não pode iniciar o próximo capítulo da sua vida se estiver agarrado ao passado. Para fazer com que o Ano Novo seja o melhor ano da sua vida, se perdoe por não estar onde você acha que deveria estar, e reconheça que está exatamente onde você precisa estar para chegar onde você quer estar.

Considere que tudo o que aconteceu na sua vida o levou até este ponto, aqui e agora. Você não escolheu caminhos errados, não houve erros. A melhor das possibilidades o levou até onde você está agora, lendo este texto. Você é suficiente e perfeito como é. Perdoe-se.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Punir a criança por mentir só faz com que ela minta mais










Você costuma punir seus filhos quando eles são flagrados mentindo? Se sim, então acho melhor você repensar o seu sistema de punições. Uma pesquisa da Universidade McGill concluiu que as crianças que são repreendidas por ter mentido são mais propensas mentir, enquanto as crianças a quem foi dada a oportunidade para se explicar tendem a acreditar que a honestidade é a melhor saída.
Os pesquisadores testaram a eficácia da punição em 372 crianças com idades entre 4 e 8 anos, descobrindo que as crianças eram menos propensas a dizer a verdade quando eram ameaçadas com alguma punição, e mais propensas a dizer a verdade quando não se sentiam ameaçadas pelo adulto.

A fim de avaliar as implicações da punição sobre a propensão de uma criança mentir, pesquisadores colocaram cada participante sozinho em um quarto com um brinquedo, e pediram ao filho para não espreitar o brinquedo durante um minuto. Não é de surpreender que a curiosidade atacou na maioria das crianças, com 67,5% espreitando, e 66,5% dos que espiaram mentindo sobre isso. Vale ressaltar que as crianças mais velhas eram menos propensas a espreitar, mas também foram mais propensas a mentir sobre espreitar depois de terem feito isso.

— As crianças muitas vezes mentem para esconder transgressões — afirma a pesquisadora do estudo Victoria Talwar. — Tendo feito algo errado ou quebrado uma regra, elas podem optar por mentir para tentar esconder. Afinal, eles sabem que podem ficar em apuros por causa da transgressão. Assim, a punição não tem muito efeito. Ela não impede que elas usem a estratégia de mentir para tentar sair do problema.

Então, como é que os pais devem agir para incentivar seus filhos a dizer a verdade quando o impulso de mentir é tão forte? O estudo de McGill indica que as crianças respondem melhor a um apelo moral forte para a honestidade. As crianças mais jovens estavam inclinados a dizer a verdade para fazer um adulto feliz, enquanto as crianças mais velhas estavam inclinadas a fazê-lo por causa de sua própria definição internalizada de certo e errado - fatos que podem vir a calhar quando seu pequeno é pego em flagrante com balas na hora errada.

— Se uma criança está brincando com uma bola dentro de casa e quebra o seu vaso, mas diz a verdade sobre quando perguntada, você deve reconhecer que ela foi sincera. Ela ainda pode ter consequências para a trangressão, mas a criança aprende que a honestidade é valorizada — diz Talwar.

Essas conclusões reforçam uma abordagem mais progressiva à paternidade, e indicam que é melhor explicar que se deve dizer a verdade para as crianças usando o reforço positivo do que a ameaça de consequências adversas.

— Geralmente pensamos na mentira como um comportamento negativo — explica a pesquisadora. — No entanto, às vezes deixamos de reconhecer o comportamento positivo - honestidade. Se uma criança está confessando sua transgressão, precisamos reconhecer que foi honesta.

sábado, 6 de dezembro de 2014

Um pai resolveu nomear seus filhos de Vencedor e Perdedor. Veja o que aconteceu com eles.



Em 1958, um homem de Nova York chamado Robert Lane, decidiu chamar o seu filho bebê de Vencedor. Os Lanes, que viviam em um projeto habitacional em Harlem, já teveram vários filhos, cada um com um nome bastante típico. Mas este rapaz - bem, Robert Lane, aparentemente, tinha um sentimento especial sobre ele. Vencedor Lane: como ele poderia falhar com um nome desses?




Três anos depois, os Lanes tiveram outro menino, seu sétimo e último filho. Por razões que ninguém conseguiu desvendar, Robert decidiu nomear esse filho de Perdedor. Não parece que Robert estava descontente com o novo bebê; ele só queria testar o efeito delimitador do nome. Primeiro o Vencedor, agora um Perdedor. Mas se Vencedor Lane dificilmente poderia falhar, como o Perdedor poderia ter sucesso?

No fim das contas, Perdedor Lane de fato teve sucesso. Ele foi para a escola preparatória com uma
bolsa de estudos, graduou-se em Lafayette College, na Pensilvânia, e juntou-se NYPD (era o desejo de longa data de sua mãe). Embora ele nunca tenha escondido seu nome, as pessoas se sentiam desconfortáveis ao usá-lo. "Então, eu tenho um monte de nomes", diz ele hoje , Mas eles raramente me chamam de ´´Perdedor". De vez em quando, disse, "eles jogam um toque francês a respeito: 'Losier' ". Para seus amigos da polícia ele é conhecido como Lou.

O ´´Perdedor´´
E o que aconteceu com o seu irmão de nome invencível? A conquista mais notável da Vencedor Lane aconteceu em seus meados dos seus quarenta anos, e foi o comprimento de sua ficha criminal: quase três dezenas de prisões por roubo, violência doméstica, invasão de propriedade, resistência à prisão, e outros casos.

Nos dias atuais, Perdedor e Vencedor mal conseguem se falar. O pai que os nomeou não está mais vivo. Claramente, ele achou que o nome do filho teria algum efeito na história pessoal do filho, entretanto ele deve ter conseguido o efeito contrário. 

Às vezes aquele que tem o pior passado acaba construindo o melhor futuro.

Fonte: BBD traduzido e adaptado por Psiconlinews

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Pais: Qual a importância deles na criação dos filhos?



Os psicólogos do desenvolvimento costumeiramente veem os homens como figuras irrelevantes na criação dos filhos, mas estudos recentes mostram que isso não é verdade





No ano passado, em uma tentativa mal sucedida de fazer uma piada, a marca de produtos de limpeza Clorox fez um anúncio online para os consumidores americanos que dizia: "Como os cães, os novos papais são cheios de boas intenções, mas não têm nem o bom senso, nem as habilidades manuais necessárias para o cargo".
Embora a empresa tenha tirado o anúncio do ar em meio a uma enxurrada de comentários na rede, ele revelou um estereótipo extremamente comum: o de que os pais não são as pessoas mais indicadas para criar os filhos.

Figuras irrelevantes

No livro "Do Fathers Matter?" (O pai é importante?, em tradução livre) - correndo o risco de estragar o prazer, eles importam, sim! -, lançado recentemente nos Estados Unidos, o autor veterano de livros científicos Paul Raeburn sai em defesa dos papais, apoiando-se em décadas de pesquisas e em sua própria experiência como pai de cinco filhos. O que surge é um livro provocante sobre a ciência da paternidade, recheado de ideias sobre como aplicar esses conhecimentos no dia a dia.
Historicamente, psicólogos do desenvolvimento veem os pais como figuras irrelevantes. Quase metade dos artigos sobre a psicologia de crianças e adolescentes publicados entre 1997 e 2005, por exemplo, não fazem qualquer referência ao pai. Antes de 1970, quando os pais não podiam entrar nem na sala de parto, menos de 20% das pesquisas a respeito do vínculo parental levavam o pai em conta.
Esse viés reflete a noção profundamente arraigada de que o pai possui um papel marginal no desenvolvimento dos filhos, uma crença apoiada pela teoria do apego infantil, desenvolvida a partir do trabalho do psiquiatra britânico John Bowlby na segunda metade do século XX. "Ela se concentrou exclusivamente nas mães", afirmou Raeburn. "O papel do pai, acreditava Bowlby, era o de dar o apoio necessário para a mãe. No drama da infância, ele era apenas um coadjuvante".
Essa era mais ou menos a visão estabelecida até algumas décadas atrás, quando psicólogos motivados em parte pelo número crescente de mulheres entrando para o mercado de trabalho começaram finalmente a prestar atenção nos pais.
Uma das coisas que aprenderam é que o pai começa a influenciar os filhos muito antes do nascimento. "Sabemos que mulheres grávidas devem se alimentar apenas de coisas saudáveis, dispensando peixes com muito mercúrio, parando de fumar, por exemplo", escreve Raeburn. Porém, "a pesquisa mostra que o ambiente do pai, seu comportamento e até mesmo sua aparência possuem um efeito considerável sobre a saúde do feto – e sobre a saúde dos netos".
Traços adquiridos
Ele aponta para uma literatura crescente que sugere que os pais são capazes de transmitir traços adquiridos. Um estudo publicado este ano na revista Nature, por exemplo, revelou que ratos machos condicionados por choques elétricos a temer determinado odor arbitrário geravam filhotes com a mesma fobia. Um estudo similar revelou que filhos de ratos cujos pais eram estressados exibiam mais ansiedade e depressão. Além disso, outro experimento revelou que alimentar ratos machos com uma dieta rica em gordura antes da concepção dos filhotes gerava sintomas similares ao diabetes nos filhotes.



Essa forma peculiar de herança tem origem em alterações na expressão genética que ocorrem durante a vida dos organismos e que passam a fazer parte da linhagem germinativa. Embora seja mais difícil observar esse fenômeno em pessoas do que em cobaias de laboratório, Raeburn escreve que "os homens que estejam prestes a se tornar pais talvez devessem pensar a respeito de sua saúde e de como estão se alimentando antes mesmo de suas parceiras engravidarem". De toda forma, acrescentou, "esse é um ótimo conselho, mesmo que não acarrete benefícios para os filhos".
Autoestima e problemas mentais

Entretanto, os pais são obviamente mais importantes na infância, quando as raízes de muitos traços são plantadas. Raeburn cita uma série de estudos ligando o envolvimento paterno ao desenvolvimento intelectual, emocional e social das crianças. As crianças que se sentem amadas e nutridas pelos pais, destacou, possuem a autoestima comparativamente mais alta e possuem menores riscos de desenvolver problemas mentais ao longo da vida. Muitos pesquisadores sugerem que um pai cuidadoso é tão importante quanto uma mãe amável para o bem-estar da criança no longo prazo.
Além de construir uma relação de amor e confiança, os pais também devem ser divertidos. Raeburn cita estudos sobre a importância da brincadeira no desenvolvimento cognitivo da criança – em especial com as brincadeiras de mão pelas quais os pais são conhecidos.
Pelo bem de suas filhas, também é importante que os pais participem dos afazeres domésticos. De acordo com pesquisas da Universidade da Columbia Britânica, no Canadá, pais que participam da vida doméstica ajudam a aumentar as ambições das filhas em relação à carreira, provavelmente porque quando o pai lava roupas, ele também se livra dos estereótipos de gênero. Meninas que crescem na presença de pais amáveis e que as apoiam tendem a iniciar a puberdade mais tarde e são menos inclinadas a comportamentos sexuais arriscados, se comparadas a filhas de pais ausentes.
E o que dizer a respeito dos milhões de crianças que estão sendo criadas por gays, lésbicas, bissexuais e transgênero? Aqui Raeburn foge da raia. "Embora os pais sejam importantes, outras pessoas podem cumprir seu papel" é tudo o que ele tem a dizer a esse respeito.
Na verdade, a maior parte das pesquisas – incluindo o maior projeto até o momento a respeito de famílias com pais gays – mostra que filhos criados por casais do mesmo sexo têm desempenhos similares ao de crianças nascidas em famílias tradicionais. Portanto, talvez seja importante acrescentar que embora os pais sejam fundamentais, ser um bom pai tem pouco a ver com a identidade sexual ou de gênero.

Fonte: www.ig.com.br

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

10 coisas simples que podem mudar completamente o futuro de seu filho









Todos queremos ver nossos filhos crescerem e se tornarem adultos felizes e bem-sucedidos. É divertido vê-los crescer e desenvolver traços de personalidades e interesses diferentes. Como pais, queremos dar aos nossos filhos o melhor futuro possível. Isso não significa que precisamos dar a eles tudo o que querem ou gastar muito dinheiro com férias ou passeios. Aqui estão 10 coisas simples que podem ter um grande efeito no futuro de seu filho.

10 coisas simples que podem mudar completamente o futuro de seu filho


1. Um livro
Os livros são queridos ao coração. A maioria de nós se lembra de uma história de ninar favorita, uma leitura emocionante ou personagem que estava ao nosso lado quando não havia mais ninguém. Um livro pode ajudar uma criança a decidir uma carreira ou estilo de vida.


Um estudo do National Endowment for the Arts e publicado neste site, diz que o envolvimento de uma criança com livros afeta a vida futura de formas mais amplas também. Habilidades de leitura pobres tendem a se equiparar a salários mais baixos, falta de emprego ou maus empregos, e menos chances de progresso. Pessoas com dificuldade em leitura têm menos probabilidade de serem ativas na vida cívica, se voluntariam menos e votam menos do que bons leitores.

É importante que as crianças tenham um bom começo em se engajar com a palavra escrita. Isso fará diferença para o resto de suas vidas.


2. Tirar o lixo
O guru financeiro Dave Ramsey diz: “Você deve ver o ato de ensinar seus filhos a trabalhar da mesma forma como você vê o de ensiná-los a tomar banho e escovar os dentes – como uma habilidade necessária para a vida.”


Dar tarefas para as crianças as prepara para serem capazes de assumir e cumprir obrigações no futuro para com seus empregadores e as ensina a relação entre trabalho e sucesso. Em acréscimo, isso lhes dá confiança e um senso de comunidade conforme contribuem para o bem-estar da sua família.


3. Um professor
A criança terá muitos professores ao longo dos anos, mas às vezes ela cria uma ligação especial com um que irá mudar sua vida. Seja por acender um amor por um determinado assunto ou ajudando a criança em um momento difícil em sua vida, um(a) professor(a) pode ganhar um lugar especial na mente e no coração de seu aluno.



4. Um amigo
Apesar de não ter relações de sangue, um amigo pode ter o mesmo lugar em seu coração que sua família. Os amigos errados podem empurrar seu filho por um escorregador descendente e os amigos certos podem apoiar e elevar seu filho a um maior sucesso. Este artigo traz conselhos que ajudam você a estimular seu filho a encontrar bons amigos.



5. Tempo com o pai
Um estudo publicado em childwelfare.gov descobriu que “Desde o nascimento, as crianças que têm um pai envolvido com suas vidas, são mais propensas a ser emocionalmente seguras, ser confiantes para explorar os arredores, e, à medida que crescem, têm conexões sociais melhores com seus colegas. Essas crianças também são menos propensas a ter problemas em casa, na escola ou na vizinhança.” Ter um pai envolvido é um melhor indicador social de sucesso futuro do que ter dinheiro ou status social. Isso diz o suficiente.



6. Um instrumento
Tocar um instrumento musical tem inúmeros benefícios para as crianças, que vão desde melhorar a memória e habilidades matemáticas até a criatividade, autoexpressão e alívio do estresse. Se o seu filho participar de uma banda ou orquestra isso pode melhorar suas habilidades sociais e ampliar seu grupo de amigos. Alguns músicos iniciantes até mesmo seguem carreiras musicais.



7. A cidade em que vocês vivem
Ao longo de suas vidas os adultos vão se identificar com a sua cidade natal, mesmo após viver longe por anos. Onde você mora afeta as oportunidades educacionais e recreativas de seu filho. Cada lugar tem sua própria cultura, que irá influenciar os pensamentos e ideias de seu filho. A maneira que você fala e se sente sobre o seu bairro também vai influenciar os sentimentos deles.



8. Um animal de estimação
Ter um animal de estimação tem mostrado que ajuda a manter a pessoa saudável física e emocionalmente. Animais de estimação podem ensinar responsabilidade e compaixão às crianças. Um estudo que comparou crianças que tinham um cachorro com aquelas que não tinham, descobriu que crianças que tinham um cachorro eram significativamente mais empáticas e pró-sociais.


Animais de estimação podem também proporcionar uma sensação de segurança e reduzir a ansiedade. Por estas razões, os animais são muitas vezes utilizados em terapias com crianças. O estudo também concluiu que crianças com níveis mais altos de apego aos animais de estimação tinham sentimentos mais positivos em relação à sua família e ao lar, do que aquelas com baixo apego a seus animais.


9. Uma caminhada
O exercício físico regular tem muitos benefícios para a saúde de seu filho. Sair ao ar livre é particularmente importante. Ajuda a impulsionar o sistema imunológico, estimula a imaginação, promove habilidades para resolver problemas, ajuda na síntese da vitamina D (através da luz solar) e melhora o humor. Além disso, também há a conexão que você pode ter com seu filho enquanto caminham juntos. Este é um ótimo momento para conversar longe de distrações. Algumas de suas conversas mais importantes e significativas podem acontecer durante uma caminhada.



10. Uma avó
Ou avô, tia, tio ou primo. Estudos têm demonstrado que crianças com fortes laços familiares tendem a se sair melhor quando confrontadas com um problema. “Quanto mais as crianças sabiam sobre a história de sua família, mais forte era o seu senso de controle sobre suas vidas, maior a sua autoestima e mais elas acreditavam que suas famílias eram atuantes”, de acordo com um estudo da Universidade Emory. Familiares muitas vezes proporcionam cuidados e apoio quando um dos pais não está disponível, ou em conflitos entre pais e filhos.


Quando se trata de criar os filhos, não são as viagens à Disneylandia, os eletrônicos mais atuais ou até mesmo as melhores escolas que têm a maior influência sobre o futuro. São muitas vezes as pequenas coisas que acabam fazendo uma grande diferença.

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Traduzido e adaptado por Sarah Pierina do original 10 little things that can completely change your child’s future

FONTE INDICADA: Família e www.contioutra.com

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

7 frases que os pais jamais devem dizer aos seus filhos


























Às vezes é inevitável: quando os pais estão cansados ou estressados demais e as discussões com seus filhos (sejam crianças ou adolescentes) ficam mais acaloradas, existem algumas frases de peso que podem sair nas conversas e prejudicar bastante ambos os lados. Se brigas estão acontecendo, o ideal é tentar manter o autocontrole – principalmente para não se arrepender depois de coisas que foram ditas no calor do momento e que não representam a realidade.

Os efeitos das afirmações ditas podem ser muito mais drásticos do que o inicialmente planejado. E, como diz o ditado chinês, não há como voltar atrás quando a palavra é pronunciada. Pensando nisso, a especialista em educação infantil Miriam Aguirre listou alguns exemplos de frases cruciais que os pais teoricamente não podem dizer aos filhos, mesmo nas situações de maior confronto, já que podem causar marcas que eles carregarão o resto da vida. Veja quais são elas:

1 – Você nunca faz nada direito
Nem os adultos gostam de escutar isso, imagine uma criança inocente ou um adolescente que está tentando se encontrar – o peso pode ser muito maior. Se seu filho cometeu um erro ou vários erros sequencialmente, certamente existem outras maneiras de conversar com ele.

2 – Eu gostaria que você fosse mais parecido com seu irmão
Comparar os filhos não é algo ideal, já que eles possuem comportamentos e personalidades completamente diferentes – e, portanto, não são parâmetros de comparação. Todos nós somos diferentes e únicos, por mais que sejamos de uma mesma família.

3 – Você é gordo/feio/burro
Os filhos acreditam nas frases que os pais dizem, simples assim. Quanto mais pequenos forem, mais verdade isso é. Ao afirmar tais coisas, a autoestima das crianças pode ser abalada em grandes níveis. Existem outros jeitos de dizer aspectos negativos dos filhos e é sempre ideal reconhecer os pontos fortes do que enfatizar os fracos.

4 – Eu tenho vergonha de você
Algumas crianças possuem uma maior necessidade de atenção e podem gritar, pular, correr e espernear em público. No caso dessas crianças, talvez o que elas precisem é de mais atenção (ou de uma atenção específica). Que tal planejar um espetáculo em casa onde o seu filho é a estrela principal? É uma boa alternativa para dar vazão a essa necessidade de maior de atenção, diz Aguirre.

5 – Eu queria que você nunca tivesse nascido
Miriam Aguirre diz para jamais dizer isso aos seus filhos, mesmo que seja de brincadeira. Todos precisamos saber que somos desejados e queridos, independente dos erros que cometemos.

6 – Eu cansei, não te amo mais
É normal que quando as crianças não tenham suas vontades feitas digam coisas do gênero, que não amam mais os pais. Se você fizer o mesmo, o resultado pode não ser muito bom, já que também estará tendo uma atitude igualmente infantil. A reação correta, de acordo com Aguirre, é que os pais expliquem detalhadamente por que os seus filhos não podem fazer determinada coisa – em vez de responder na mesma moeda.

7 – Não chore, não é nada sério
Segundo Aguirre, jamais devemos subestimar os sentimentos dos pequenos. Elas são crianças, porém são capazes de sentir tantas emoções quanto um adulto – e as desculpas de que não possuem as preocupações de pagar as contas não contam por aqui, já que passam por outros tipos de medos e anseios relativos ao próprio crescimento. É importante não menosprezar um conflito interno, por menor que ele seja, pois para quem o sente ele é muitíssimo poderoso.