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sábado, 14 de junho de 2014

Se outras doenças fossem tratadas como a depressão- tirinha


Existe uma dificuldade social muito grande, e isso inclui parte da classe médica, em compreender a depressão e incentivar o tratamento correto.
Abaixo, uma tirinha bastante irônica, mas que deixa claro como uma pessoa que realmente tem a doença passa no sentido de simplificação e responsabilização pelo seu próprio quadro. Vale conferir e refletir.




Seleção Josie Conti

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Você conhece um psicopata? Pense bem antes de responder não.


Você conhece um psicopata?

Pense bem antes de responder que não. Quando ouvimos essa palavra , logo pensamos em criminosos violentos, serial Killers, como vemos na tv e no cinema. Mas a verdade é que nem todos eles são assim.



Psicopatia é um termo popular para nos referirmos a sociopatia, distúrbio que se caracteriza pela falta de consciência e que é bem mais comum do que imaginamos,  podendo atingir, segundo o livro "Meu vizinho é um psicopata" de Martha Stout, uma em cada 25 pessoas.
Já na sinopse do livro, Martha Stout descreve os principais "sintomas" dos sociopatas que são incapacidade de adequação às normas sociais: falta de sinceridade e tendência à manipulação; impulsividade; irresponsabilidade persistente e ausência de remorso.
Para atingir seus objetivos, o psicopata é capaz de mentir, roubar, manipular e até matar sem sentir culpa. É mais provável que ele seja um marido agressivo, um pai que maltrata os filhos (física ou psicologicamente) ou um chefe que humilha os funcionários- as estatísticas indicam um número maior no sexo masculino, embora também existam casos em mulheres.







Não é por acaso que pessoas com esse perfil gostam de profissões onde exercem cargos de poder e controle, obtêm altos rendimentos financeiros e manipulam frequentemente outras pessoas para conseguir o que querem. Muitas vezes os psicopatas, por serem excelentes manipuladores, estão em profissões que, num primeiro momento, poderiam parecer acima de qualquer suspeita como líderes religiosos e até professores, o que também não é nada além de uma excelente estratégia para não serem identificados.
No Brasil, a psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva, escreveu o best seller Mentes Perigosas onde também explica e desmistifica a sociopatia e seus sintomas:
"Frios, manipuladores, cruéis e destituídos de compaixão, culpa ou remorso. Utilizam-se de seu charme e inteligência para impressionar, seduzir e enganar quem atravessa o seu caminho. Estão camuflados de executivos bem-sucedidos, bons políticos, bons amigos, "pais e mães de família" e não costumam levantar suspeitas sobre quem realmente são.
Estes são os psicopatas, e, quando pensamos em um deles, logo imaginamos um sujeito violento, com aparência de assassino e que pode ser reconhecido em qualquer lugar. Não é tão simples quanto se pensa. A maioria nunca vai chegar ao extremo de cometer um assassinato e se passa por pessoa "comum". Entre homens e mulheres, 4% da população apresentam esse lado sombrio da mente."

O psicólogo Kevin Dutton, autor do livro "The wisdom of psychopaths: lessons in life from saints, spies and serial killers" (A sabedoria dos psicopatas: lições em vida de santos, espiões e serial killers) afirma que a carreira com mais psicopatas é a de CEO. Advogados e comunicadores sociais completam o pódio. Mas a lista dos dez mais teria  ainda cirurgiões, policiais e até os sacerdotes religiosos.
O livro aponta também a lista das profissões com menos psicopatas. Entre elas estão os agentes de saúde, enfermeiros, terapeutas e artistas em geral.

É importante lembrar que, embora esse autor tenha elaborado uma lista, existem sociopatas em todas as profissões.

As profissões com mais psicopatas, segundo Kevin Dutton
CEO
Advogado
Comunicação Social (profissionais de Rádio e TV)
Comerciante
Cirurgião
Jornalista
Policial
Sacerdote religioso
Chef de Cozinha
Burocratas

As profissões com menos psicopatas:
Agente de saúde
Enfermeiro
Terapeuta
Artesão
Esteticista e Cabeleireiro
Assistente social
Professor
Artista
Clínico
Contador

Publicado originalmente em: CONTI outra, artes e afins
Josie Conti- contato.contioutra@gmail.com
Para psicoterapia online acesse: http://www.apsicanalistaonline.com.br/

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segunda-feira, 2 de junho de 2014

Perceba os sinais da Infelicidade (um alerta)










A Coca-Cola bem que gostaria que os consumidores acreditassem que a felicidade poderia ser enlatada em uma latinha de 350ml com um delicioso liquido açucarado. Propagandas da empresa de refrigerantes relacionam seus produtos com os momentos mais agradáveis na vida - Sair com os amigos, Festas, Família etc. Monitorar o consumo de coca-cola que uma pessoa bebe, não é a forma mais científica para medir a felicidade. Vejamos 5 sinais comprovados cientificamente que mostram que você não está feliz, espero que não seja o seu caso.
Assistir muita TV
Pessoas infelizes ficam na frente da TV 30% mais do que as pessoas felizes.
Às vezes, depois de um dia estressante simplesmente muitos gostam de ficar vegetando na frente da TV, relaxando e deixando a mente se derreter no mar dos reality-shows, novelas, dramas etc. Se essa é sua rotina de noite após noite, é melhor abandonar o controle remoto por um tempo. Segundo estudos realizados desde de 2008, o tempo excessivo na frente da TV é um possível sinal da infelicidade.
Mal relacionamento
Pessoas infelizes podem ter mais dificuldade de resolver questões ou problemas de imediato. Eles não conseguem ampliar os círculos de amizade e conhecer novas pessoas. E, normalmente, as novas amizades azedam rapidamente.
Stress incontrolável
De acordo com a psicologia positiva, um ambiente de bem-estar desempenha um papel importante na busca das pessoas pela felicidade. Sentir-se seguro e confortável gera contentamento e satisfação. Por outro lado, um ambiente excessivamente estressante promove a ansiedade e insegurança. Um estudo que comparou estresses controláveis e incontroláveis constatou que este último proporcionou maior infelicidade. Embora o estresse nos obrigue a trabalhar mais eficientemente e alcançar objetivos maiores, pode afetar a felicidade a longo prazo.
Insônia
Após uma noite se revirando na cama, você finalmente consegue dormir, quando percebe o alarme toca e ja é hora de levantar. Sem dúvida essa não é a melhor maneira de começar o dia. Em uma pesquisa da revista "Science", 909 mulheres que trabalharam de bom humor e mantiveram um bom relacionamento durante o dia. Ao pedir para que não dormissem o suficiente, no dia seguinte elas apresentaram um elevado nível de estresse e consequentemente, infelicidade.
Busca constante por prazer
Na década de 1970, uma equipe de psicólogos liderada por Philip Brickman chegou a uma conclusão surpreendente sobre os seres humanos e a felicidade.
A pesquisa comparou o nível de felicidade de um grupo de vencedores de loteria com a de um grupo de recem-paraplégicos e descobriu que ambos os grupos não tiveram mudança de felicidade a longo prazo. Os investigadores atribuíram esse fenômeno a capacidade de adaptação do ser humano. Com o tempo as pessoas irão adaptar-se às circunstâncias, sendo elas positivas ou negativas.
No caso dos ganhadores de loteria, o fato de se tornar milionário da noite para o dia não os trouxe felicidade a longo prazo. Em vez disso, as pessoas podem ficar presas no que Brickman chamou de "esteira ergometrica", ou seja, uma busca incessante por melhores bens materiais e prazer. O problema com esta busca é seu vazio interior. Por definição, o prazer é momentâneo - nos deixa sempre querendo mais. O contentamento, por outro lado, significa apreciar as circunstâncias presentes.

Publicado originalmente em Mundo Interpessoal
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domingo, 1 de junho de 2014

Conheça a história de Oxana Malaya, a menina que foi criada por cães



Filha de pais alcoólatras, Oxana, nascida em 1983, passou grande parte da sua infância, dos 3 até os 8 anos, vivendo em um canil no quintal da casa da família em Novaya Blagoveschenka , da Ucrânia. Sem atenção e acolhimento dos pais, a menina encontrou abrigo entre os cães e se refugiou num barracão habitado por eles nos fundos da casa. Isso fez com que a menina aprendesse seus comportamentos. O vínculo com a matilha de cães era tão forte que as autoridades que vieram para salvá-la foram expulsas na primeira tentativa pelos cães. Suas ações eram iguais aos sons de seus cuidadores. Ela rosnou, latiu, andou por todos os lados como um cão selvagem, cheirou a comida antes de comer, e foram encontrados nela sentidos extremamente aguçados de audição, olfato e visão. Se tinha uma coceira atrás da orelha, por exemplo, ela coçava com o pé.



Quando foi descoberta, em 1991, Oxana achou difícil de adquirir habilidades sociais e emocionais humanas. Ela só sabia dizer “sim” e “não” e tinha sido privada de estimulação intelectual e social. Seu único apoio emocional veio dos cães que ela vivia.
Apesar de ela talvez ter visto humanos à distância, e parece ter entrado ocasionalmente na casa da família como uma vagante, eles não eram mais a sua espécie: toda a sua vida significativa estava contida num canil.
Em 2006, a psicóloga infantil britânica e especialista em crianças selvagens Lyn Fry, foi à Ucrânia com uma equipe do Channel 4 para conhecer Oxana, que vive hoje em uma casa para deficientes mentais.
Cinco anos após um documentário na Discovery Channel sobre ela, eles queriam saber se ela havia integrado na comunidade. Fry estava ansiosa para saber o quão danificada a garota estava - e para testemunhar a reunião com o pai dela.
"Eu esperava alguém muito menos humano," disse Fry, a primeira especialista não-ucraniana a conhecer Oxana. "Eu tinha ouvido histórias de que ela perdia o controle, que ela não cooperava, que ela era socialmente inepta, mas ela fez tudo que eu pedi para ela fazer."
"A linguagem dela é estranha. Ela fala de maneira direta como se fosse uma ordem. Não há cadência, ritmo ou música na fala dela, nenhuma inflexão ou tom. Mas ela tem senso de humor. Ela gosta de ser o centro das atenções, de fazer as pessoas rirem. Se mostrar é uma habilidade surpreendente quando você considera as origens dela."
"Ela fez uma impressão impressionante em mim. Quando eu fiz um presente para ela com alguns brinquedos de madeira de animais que nós usamos em alguns testes, ela me agradeceu. Superficialmente, você nunca saberia que essa era uma jovem mulher criada por cachorros."
Depois de uma série de testes cognitivos, Fry concluiu que Oxana tem a capacidade mental de uma criança de seis anos e um baxíssimo limite de tédio (se entedia facilmente). Ela pode contar mas não somar. Ela não lê nem soletra o nome dela corretamente.
Ela tem dificuldades de aprendizado, mas não é autista, como é pensado que as crianças criadas por animais são. Ela tem orgulho do seu grande relógio de punho como os seus vários toques musicais - mas não sabe dizer as horas.
Especialistas concordam que a não ser que uma criança aprenda a falar até os cinco anos, o cérebro fecha a janela de oportunidade de aprender uma língua, uma forte característica de ser humano.
No vídeo abaixo é possível ver claramente seu comportamento canino enquanto anda "de quatro" na grama espessa, arquejando para a água com a língua para fora. Quando ela chega na torneira ela bate com a frente do pé no chão, bebe a água com a boca aberta e deixa a água escorrer sobre sua cabeça.
Até este ponto, você pensaria que a garota está atuando - mas no momento que ela balança a cabeça e pescoço para se livrar das gotas de água, exatamente como um cachorro quando está molhado, você tem um sentimento estranho de que isto é algo além da imitação. Então, ela late.
O som furioso que ela faz não é como um ser humano fingindo ser um cachorro. É uma exata e assustadora explosão de raiva canina e está vindo da boca de uma jovem mulher, vestida com short e camisa.

Essa é uma Oxana de 23 anos revertendo ao comportamento que ela aprendeu quando era uma criança sendo criada por uma matilha de cães em uma fazenda decadente na vila de Novaya Blagoveschenka, na Ucrânia. Quando ela mostrou ao seu namorado o que ela um dia foi e o que ainda podia fazer - os latidos, os ruídos, a corrida de quatro "patas" - ele se assustou e o relacionamento deles acabou.
Desde 2010, Oxana reside em um lar para deficientes mentais, onde ela ajuda a cuidar das vacas na fazenda da clínica. Ela afirma que é mais feliz quando está entre os cães.
Fonte : CONTI outra, artes e afins  Para psicoterapia online acesse: http://www.apsicanalistaonline.com.br/
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