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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Você é mentalmente forte ou apenas uma pessoa resistente?



Por: Amy Morin

Há uma grande diferença entre ser duro e ser forte. A mãe controladora, o parceiro exigente ou o chefe agressivo podem estar mascarando sua falta de força mental com o ar de falsa tenacidade. Atuar com resistência pode até atender às necessidades de alguém a curto prazo, mas somente a força mental pode trazer uma verdadeira satisfação na vida.




Pessoas realmente bem sucedidas não sobem ao topo agindo com resistência; elas se tornam melhores, cada vez mais fortes. Ser um profissional de alta performance requer coragem e tenacidade, bem como o desejo contínuo de se tornar melhor.

Aqui estão as sete principais diferenças entre ser mentalmente forte e simplesmente ser duro:

  1. Pessoas duras acreditam que o fracasso nunca é uma opção. Se esforçar para ter sucesso é saudável, mas acreditar que você precisa alcançar o sucesso na primeira tentativa pode ser um ´´tiro no pé´´. Pessoas mentalmente fortes acreditam que o fracasso faz parte de um longo caminho em direção ao sucesso. Ao ver o fracasso como um revés temporário, eles são capazes de se recuperar e avançar com facilidade.
  2. Elas usam a dureza para mascarar sua insegurança. A atuação resistente está intimamente ligada ao desenvolvimento de uma persona que diz: "Olhe para o quão grande eu sou". Mas, muitas vezes, esse exterior duro é feito para esconder a insegurança. Pessoas mentalmente fortes investem suas energias para aprimorar seus pontos fracos e não para tentar encobri-los.
  3. Pessoas duras dizem: "Não posso fazer nada". Uma boa dose de auto-confiança sempre é muito saudável, mas superestimar suas capacidades pode deixá-lo mal preparado para as realidades de um desafio. Da mesma forma, subestimar o tempo e a energia necessária para alcançar seus objetivos pode leva-lo à decepção. A força mental é uma questão de reconhecer suas deficiências e todo o trabalho necessário para atingir uma meta.
  4. Ser duro envolve orgulho. As pessoas que querem ser percebidas como duras têm algo a provar aos outros. Sua auto-estima muitas vezes depende de como os outros o vêem. Por outro lado, o desenvolvimento de força mental envolve a humildade de reconhecer seus pontos fracos e o desejo de se tornar melhor. Pessoas fortes estão dispostas a pedir ajuda aos outros e não precisam ser completamente auto-suficientes. Elas não estão preocupadas em provar nada a ninguém, apenas para si mesmos.
  5. Pessoas duras suprimem suas emoções. A ocultação de emoções a curto prazo pode ser útil em certas profissões - militares, policiais e algumas do campo da medicina - ignorar emoções não é uma estratégia saudável a longo prazo. Eventualmente, emoções reprimidas constroem seu caminho para fora e, muitas vezes, saem de você na forma de raiva. Ser forte requer a consciência aguda de como as emoções podem influenciar nossos pensamentos e comportamentos. O monitoramento contínuo de seu estado emocional ajuda as pessoas mentalmente fortes a estarem no controle de suas emoções, assim suas emoções não podem controlá-los.
  6. Pessoas duras prosperam no poder. Pessoas que agem resistentemente querem ser percebidas como sempre estando no controle. Como resultado, eles manipulam seus chefes e os outros à sua volta, fazendo exigências descabidas. Pessoas mentalmente fortes concentram sua energia para estarem no controle de seus próprios pensamentos, sentimentos e comportamentos, em vez de tentarem controlar pessoas e circunstâncias externas.
  7. Ser duro é uma questão de suportar a dor. Pessoas duras muitas vezes se orgulham por suportar uma grande quantidade de dor e sofrimento. Pessoas mentalmente fortes não apenas suportam a dor, elas aprendem com ela. Elas se concentram no crescimento pessoal e desenvolvimento significativo, em vez de tratarem seus corpos como máquinas.

A boa notícia: Qualquer pessoa tem a capacidade de transformar um exterior resistente em uma mentalidade forte. Assim como a força física requer formação contínua, a força mental exige o exercício regular que irá ajudá-lo a melhorar e a crescer mais forte.

Fonte: Forbes traduzido e adaptado por Psiconlinews



quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

8 situações em que você deve manter a sua boca fechada


Por Leon F. Seltzer

Há muitas situações em que é extremamente difícil não responder, mas em algumas circunstâncias complicadas não faz sentido responder - reagir - impulsivamente. É necessário dar um tempo para refletir se a sua reação espontânea, se expressa, vai fazer a situação ficar melhor ou pior.

Seguem-se oito situações em que seria muito melhor para você não responder (pelo menos não imediatamente) à provocações, apesar da tentação de fazê-lo.




Eu aconselho você a não responder à outra pessoa se ...

1. Provavelmente ofenderia alguém, sem ter qualquer possibilidade realista de resolver a situação ou melhorar o relacionamento. Você pode se importar com a pessoa ou a relação pode ser realmente importante para você (pragmaticamente ou não). Portanto não há nenhuma boa razão para correr o risco se alienar só para ser mais sincero, ou negativamente avaliativo, do que eles podem lidar emocionalmente. Algumas pessoas são amáveis, leais e solidárias, mas também fáceis de se ofender e altamente reativas à crítica. A rigidez de algumas pessoas faz com que seja praticamente impossível para elas apreciar um ponto de vista diferente. Então é tolice dizer algo que só causará sofrimento para ela e acentuará as diferenças entre vocês. Se esses indivíduos dizem ou fazem algo que lhe incomoda, geralmente será melhor para você tentar esquecer e, internamente, encontrar uma maneira de resolver suas frustrações imediatas com eles ao invés de confrontá-los diretamente.

2. Iria ferir seus sentimentos. Se você quiser agir de uma forma discreta, atenciosa e carinhosa, você certamente não quer fazer um comentário gratuito sobre, digamos, o ´´cabelo feio´´ da outra pessoa. Mesmo que ela solicite o seu feedback sobre a sua aparência, tenha um pouco de caridade para minimizar como o seu cabelo parece e se concentre no que ela pode fazer para melhorar. Se ela tiver uma auto-imagem forte você vai ter muito mais liberdade para responder com franqueza, mas a princípio será bom refletir sobre como a sua resposta pode afetá-la. A mesma regra se aplica se alguém disser algo ingênuo, mal informado, contraditório, etc. Será que vale a pena magoar a pessoa e seu relacionamento com ela para simplesmente pronunciar as primeiras palavras que vêm à sua mente, sem antes considerar o impacto negativo que a sua resposta pode ter?

Meu conselho pode parecer óbvio: "É melhor não dizer nada se você não tem nada de bom a dizer". Mas a relutância em falar para evitar ferir os sentimentos do outro não é uma questão de reprimir a sua expressão - algo que, em geral, eu não recomendo. É sobre não ofender alguém desnecessariamente, imprudentemente, ou duramente, somente porque agiu de uma maneira que, no momento, fez você se sentir desconfortável.

3. Faria você parecer na defensiva, mente fechada, ou mesmo mal-humorado. Se alguém está lhe oferecendo uma crítica construtiva, pode ser importante colocar o seu ego de lado e, conscientemente, avaliar a legitimidade do seu ponto de vista. Nesses casos, é muito melhor permanecer em silêncio, ouvir com atenção, e só então dar uma resposta (se houver). Se você não conseguir resistir ao impulso imediato de se defender, pode perder uma oportunidade valiosa de aprender algo importante sobre si mesmo.

4. Iria apenas aumentar ainda mais a raiva de alguém. Quando alguém estiver com muita raiva para ouvir de forma racional o que você tem a dizer, será pior do que inútil responder a ela. Qualquer resposta será prematura e só servirá para piorar a situação porque, provavelmente, será interpretada como uma interrupção, como se você não estivesse realmente ouvindo. Em tais casos, se houver alguma esperança de resolver a situação, é essencial dedicar toda a sua atenção para ouvir a pessoa, dando-lhe todas as oportunidades para expor suas queixas. Só depois então ela poderia ficar aberta para ouvir o seu ponto de vista.



É também essencial evitar qualquer reação defensiva que, provavelmente, só iria aumentar a animosidade da pessoa. Quando você perceber que a pessoa está claramente exagerando, a melhor coisa a fazer é estar presente e consciente, olhá-la diretamente (não evasivamente), e atender ao que eles estão veementemente dizendo. Dessa forma, você poderá otimizar a chance de que, sentindo-se ouvida por você, ela eventualmente se acalme. Então, e somente então, será possível que você manifeste a sua perspectiva.

Além disso, você pode precisar se acalmar durante um confronto desta natureza. A pessoa pode fazer acusações que poderão parecer injustas e abusivas para você. A calma vai ajudar você a ler entre as linhas apaixonadas e ter uma melhor noção de como ela pôde, no fundo, ter sido ferida por tudo o que você fez ou disse. Não que você tivesse a intenção de magoar a pessoa, mas o que você fez pode ter (talvez inconscientemente) suscitado alguma lembrança do passado que ainda está carregada negativamente para ela. Se, por outro lado, você impulsivamente reagir a ela, sem compreender a dinâmica por trás da sua ferocidade vocal, essa resposta só pode piorar a situação.

5. Só iria intensificar a sua própria raiva. Seguir o seu impulso de atacar uma pessoa que chateou você, provavelmente só vai piorar as coisas. Emoções - não apenas a raiva, mas a ansiedade e a depressão - devem ser guardadas em níveis moderados. Quando elas começam a se tornar pronunciadas, o seu julgamento pode ser seriamente comprometido e você pode reagir de maneiras que farão você se arrepender mais tarde. É melhor segurar a língua e fazer o que é necessário para  se acalmar do que seguir cegamente o impulso de retaliar contra a pessoa que o provocou.

6. Iria dignificar - ou dar crédito para - algum indivíduo rancoroso que degrada você. Não há nenhuma boa razão para responder a qualquer pessoa cujo motivo principal é provocar você. Quando, por hostilidade ou malícia, outra pessoa atacar o que você disse ou escreveu, responder ao seu veneno verbal pode dar a suas palavras uma autoridade que não merecem. A expressão familiar: "Eu não vou dignificar isso com uma resposta", se aplica aqui. 
A maioria dos terceiros que viram você não reagir às provocações da outra pessoa vão interpretar a sua atitude dando descrédito à veracidade da provocação. Ironicamente, o seu poder nessas situações vem ao ignorar os ´´jabs retóricos´´ deles. Na maioria dos casos, você não está de modo algum obrigado a responder a críticas não construtivas. Se alguém atacar gratuitamente a sua pessoa, não tem sentido tentar se defender ou zombar ela de volta. A melhor maneira de resolver a questão é através do silêncio, isso o deixa muito menos suscetível a novas investidas.

7. Poderia te levar a se envolver com alguém cujo objetivo é iludir você. Quando alguém tentar fisga-lo para um duelo verbal invencível, é provavelmente porque isso proporciona para ela uma gratificação perversa. Se você entrar no ringue é praticamente garantido que você tome um nocaute, ou seja, ir para o nível dela já é uma derrota. Como Mark Twain disse: "Nunca discuta com pessoas estúpidas. Elas vão arrastá-lo para o seu nível e, em seguida, bater-lhe com a experiência". Se alguém já o cutucou para que você responda, e está o empurrando para uma segunda rodada, seja sábio para cortar suas perdas e sair do jogo, reconhecendo que ele está apenas incitando você a participar de um exercício contínuo de futilidade, ou de loucura. Tal assédio moral é mais fácil de ignorar, especialmente se eles estão apenas se entregando a provocações para alimentar ilusões de ser mais forte ou superior aos outros.

8. Poderia reforçar um comportamento que precisa mudar. Quando as crianças têm um acesso de raiva, esta é a sua maneira de atrair atenção (mesmo que negativa) ou manipularem uma situação para obter o que querem. Com poucas exceções, é melhor não reagir a esse tipo de comportamento indisciplinado (em pré-escolares ou adultos). É melhor, taticamente, ignorar, especialmente porque uma resposta ativa pode inadvertidamente reforçar o impulso. As crianças precisam aprender a lidar com as frustrações inevitáveis da vida. Se a sua atuação fora de controle tira você da cadeia para ir  até eles solucionar os seus problemas, então você está, na verdade, ensinando-os a agir dessa forma. 

Fonte: Psychology Today traduzido e adaptado por Psiconlinews



sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

10 dicas para criar filhos mentalmente fortes





Crianças mentalmente fortes estão preparados para os desafios do mundo. Elas são capazes de resolver problemas de forma produtiva, se recuperar de frustrações de forma eficaz, e lidar com as dificuldades com competência. Ajudar seus filhos a construir força mental é equipá-los com a ferramenta necessária para lidar melhor com os desafios da vida - tanto grandes quanto pequenos.
Crianças mentalmente fortes não reprimem suas emoções. Elas também não se tornam teimosas ou tratam os outros de maneira rude. Em vez disso, desenvolver a força mental se trata de construir resiliência e ajudar a criança a ter a confiança necessária para atingir seu pleno potencial.


Ajudar as crianças a desenvolverem força mental exige uma abordagem em três vertentes: ensina-los a substituir pensamentos negativos por pensamentos mais realistas, ajudando-os a aprender a controlar suas emoções para que suas emoções não os controlem e mostrar-lhes como se comportar de forma produtiva, apesar das circunstâncias.

Existem várias estratégias de paternidade, técnicas de disciplina, e ferramentas de ensino que podem ajudar as crianças a crescerem mais fortes. Aqui estão 10 estratégias para ajudar seu filho a construir a força mental:

  • 1. Ensinar habilidades específicas


A disciplina não é uma questão sobre como punir, mas de como ensinar. Olhe para o mau comportamento do seu filho como uma oportunidade para ensinar-lhe habilidades específicas, tais como resolução de problemas, controle dos impulsos, e habilidades de auto-disciplina. Essas habilidades vão ajudar seu filho a se comportar de forma produtiva, mesmo quando ele estiver diante de circunstâncias difíceis.

  • 2. Deixe seu filho cometer erros


Permita que seu filho aprenda algumas lições de vida importantes por seus próprios erros. Ensine seu filho que os erros fazem parte do processo de aprendizagem para que ele não se sinta humilhado, ou envergonhado, para tentar de novo. Permita as conseqüências naturais quando for seguro fazê-lo e fale sobre como é possível evitar cair no mesmo da próxima vez.

  • 3. Acalme a negatividade


É difícil para as crianças se sentirem mentalmente fortes quando estão sendo bombardeadas com humilhações ou quando estão antecipando alguma desgraça. Ensine seu filho a silenciar a negatividade e pensar de forma mais realista. Olhando para os obstáculos inevitáveis da vida de forma realista, mas otimista, ajuda as crianças a se sentirem mais seguras.

  • 4. Ajude seu filho a enfrentar seus medos


Se o seu filho evita coisas que são assustadoras, ele nunca vai ter a oportunidade de ganhar confiança em sua capacidade de lidar com o estresse. Se seu filho tem medo do escuro, ou não quer desafiar a si mesmo para tentar coisas novas, ajude seu filho a enfrentar seus medos. Quando as crianças enfrentam seus medos com sucesso, ganham confiança para sair de suas zonas de conforto e crescerem mais fortes.

  • 5. Permita que seu filho se senta desconfortável


Embora possa ser tentador ajudar uma criança em dificuldades, resgatando-a da angústia só irá reforçar a ela que ela é impotente. Se seu filho estiver se sentindo frustrado com o seu dever de matemática, ou estiver com dificuldades para resolver uma discussão com um amigo, deixe-a experienciar algum desconforto e lhe dê a oportunidade para resolver o problema de forma independente. As crianças podem construir a força mental com sucesso aprendendo que podem lidar com suas emoções.

  • 6. Concentre-se na construção do caráter


As crianças precisam de uma bússola moral forte para ajudá-las a tomar decisões saudáveis. Trabalhe duro para incutir valores em seu filho. Crie oportunidades para dar as lições de vida que reforcem seus valores. Por exemplo, enfatize a importância da honestidade e da compaixão, em vez de ganhar a todo custo. Crianças que entendem seus valores são mais propensas a fazer escolhas saudáveis - mesmo quando os outros discordem de suas ações.

  • 7. Faça da gratidão uma prioridade


A gratidão é um remédio maravilhoso para auto-piedade e outros maus hábitos que podem minar a capacidade do seu filho de ser mentalmente forte. Ajude seu filho a reconhecer toda a sua sorte no mundo, de modo que mesmo em seus piores dias ele possa ver que tem muitos motivos para se sentir grato. A gratidão pode melhorar o humor de uma criança e incentivar a resolução proativa de problemas.

  • 8. Afirme responsabilidades pessoais


Construir força mental envolve aceitar a responsabilidade pessoal. Permita explicações - mas não desculpas - quando seu filho cometer um erro ou se comportar mal. Corrija o seu filho se ele tentar culpar os outros pela forma como ele pensa, se sente ou se comporta.

  • 9. Ensine habilidades para controle das emoções


Construir força mental requer que a criança tenha uma consciência aguda de suas emoções. Não se trata de suprimir seus sentimentos, mas de escolher formas saudáveis de lidar com esses sentimentos. Ensine seu filho a lidar com emoções desconfortáveis como a raiva, a tristeza e o medo. Quando as crianças entendem seus sentimentos e sabem como lidar com eles, estarão mais preparados para lidar com os desafios.

  • 10. Seja um modelo de força mental


Mostrar ao seu filho como ser mentalmente forte - em vez de dizer a ele - é a melhor maneira de incentivá-lo a desenvolver a força mental. Fale sobre seus objetivos pessoais e mostre ao seu filho que você está tomando medidas para crescer mais forte. Faça do auto-aperfeiçoamento uma prioridade em sua vida,

Fonte: About parenting traduzido e adaptado por Psiconlinews






terça-feira, 20 de janeiro de 2015

13 coisas que pessoas mentalmente fortes NÃO fazem




Como evitar as armadilhas que podem impedi-lo de alcançar seu pleno potencial.

Muitas vezes ouvimos conselhos como: "Pense positivo e as coisas boas vão acontecer", ou, "Faça o seu melhor e, consequentemente, as coisas vão funcionar." Embora essas frases bem intencionadas tenham algum mérito, elas não irão ajudá-lo a alcançar seus objetivos se você estiver simultaneamente implicado com comportamentos doentios. Reconhecer e substituir os pensamentos, comportamentos e sentimentos não-saudáveis que podem estar sabotando seus esforços é a chave para a construção de força mental.




Tente comparar força mental com força física. Enquanto um fisiculturista mantém seu físico com bons hábitos, como ir para a academia, é igualmente importante para ele se livrar de hábitos não-saudáveis, como comer junk food. Um regime de exercícios não vai ser eficaz na construção muscular magra, a menos que hábitos alimentares pouco saudáveis também sejam eliminados.

Da mesma forma, a construção de músculo mental requer trabalho duro, dedicação e exercício. Além de adotar hábitos saudáveis, evitar hábitos não-saudáveis - como pensamentos negativos, hábitos improdutivos e emoções autodestrutivas -  também é essencial.

Se você está trabalhando para se tornar um pai mais paciente ou está se esforçando para se tornar um atleta de elite, a construção de força mental irá ajudá-lo a alcançar seus objetivos. Aprenda a identificar as armadilhas comuns que você está propenso a cair, e exercícios práticos que ajudarão você a se tornar o melhor de si.




  • 1. Perder Tempo Sentindo pena de si mesmas


Muitos dos problemas e tristezas da vida são inevitáveis, mas sentir pena de si mesmo é uma escolha. Se você está lutando para pagar suas contas ou está lidando com problemas de saúde inexplicáveis, entregar-se à auto-piedade não irá resolver os seus problemas. Se você estiver propenso a sentir pena de si mesmo quando as coisas vão mal, treine a sua mente para trocar a auto-piedade por gratidão. Pessoas fortes mentalmente não perdem seu tempo e energia pensando sobre o problema, em vez disso, concentram-se na criação de uma solução.

  • 2. Dar o Poder aos Outros


Pode ser muito tentador culpar outras pessoas pelos nossos problemas e circunstâncias. Pensando coisas como: "Minha madrasta me faz sentir mal sobre mim mesmo", dá aos outros o poder sobre nós. Tome de volta o seu poder ao aceitar a plena responsabilidade pela forma como você pensa, sente e se comporta. Responsabilizar-se e criar o tipo de vida que você quer viver é um componente essencial para a construção de força mental.

  • 3. Ter Medo da Mudança


Apesar de se sentirmos mais seguros quando ficamos dentro de nossas zonas de conforto, evitar novos desafios é um dos maiores obstáculos para vivermos uma vida plena e rica. Aprender a reconhecer quando você evita a mudança por causa do desconforto que sente ao fazer algo novo pode ser o primeiro passo de uma longa jornada em direção a uma vida melhor. Quanto mais você praticar a tolerância aos sentimentos desconfortáveis associados à mudança - quando, por exemplo, ao assumir um novo emprego ou deixar um relacionamento não-saudável - mais confiante na sua capacidade de criar o seu futuro você vai ficar.

  • 4. Gastar Energia em Coisas que Elas não podem Controlar


Muitas vezes nos preocupamos com as coisas erradas. Ao invés de focar na preparação para a tempestade, desperdiçamos energia desejando que a tempestade não venha. Se investíssemos essa mesma energia para as coisas que podemos controlar, estaríamos muito mais preparados para o que a vida joga em nosso caminho. Preste atenção aos momentos em que você está tentado a se preocupar com algo que você não pode controlar - como as escolhas que outras pessoas fazem ou como o seu concorrente se comporta - e dedique essa energia em algo mais produtivo.

  • 5. Se Preocupar em Agradar os Outros


Um monte de gente diz: "Eu não me importo com o que os outros pensam", mas muitas vezes isso é um mecanismo de defesa destinado a protegê-las do sofrimento e da dor associada com a rejeição. Pessoas que vivem para agradar vêm em todas as formas. Às vezes você pode identificá-la a um quilômetro de distância, mas em alguns casos o medo de desagradar os outros está profundamente enraizado. Fazer e dizer coisas que podem não ser atendidas com solicitude exige coragem, mas viver uma vida autêntica exige que você viva de acordo com os seus valores, mesmo quando as suas escolhas não são populares.

  • 6. Medo de Assumir Riscos Calculados


Fazemos dezenas - senão centenas - de escolhas todos os dias com muita pouca consideração aos riscos que estamos tomando. Se optamos por usar um capacete em um passeio de bicicleta, ou decidimos tomar um empréstimo, geralmente sustentamos nossas escolhas em nossas emoções, e não no verdadeiro nível de risco. Tomar decisões com base no seu nível de medo não é uma maneira exata para calcular o risco. As emoções são muitas vezes irracionais e pouco confiáveis. Você não vai conseguir ser extraordinário sem correr riscos; e aprender a calcular com precisão o risco vai garantir que você faça as melhores escolhas.

  • 7. Debruçar Sobre o Passado


Refletir sobre o passado e aprender com ele é uma parte útil da construção de força mental, mas ruminá-lo pode ser prejudicial. Fazer as pazes com o passado para que você possa viver para o presente e planejar o futuro pode ser difícil, especialmente se você já passou por uma série de infortúnios, mas é um passo necessário para tornar-se o melhor de si.

  • 8. Repetir os Mesmos Erros De Sempre


Seria bom que ao aprender o suficiente de cada erro, ficássemos imunes para nunca mais repetir o mesmo erro. Mas a realidade é que estamos propensos a repetir os mesmos erros, às vezes. Aprender com os nossos erros exige humildade e uma vontade de procurar novas estratégias para se tornar melhor. Pessoas mentalmente fortes não escondem seus erros, ou dão desculpas para eles. Em vez disso, eles transformam seus erros em oportunidades de auto-crescimento.

  • 9. Se Ressentem pelo Sucesso dos Outros


Ver um colega de trabalho receber uma promoção, ou ouvir um amigo falar sobre suas realizações, pode provocar sentimentos de inveja. Mas se ressentir pelo sucesso de outras pessoas só vai interferir na sua capacidade de atingir seus objetivos. Quando você está seguro em nossa própria definição de sucesso, você vai parar de invejar outras pessoas para se empenhar em alcançar os seus sonhos.

  • 10. Desistem Depois de um Insucesso


É normal se sentir envergonhado, desanimado, e francamente derrotado quando suas primeiras tentativas não funcionam. Desde a infância nos ensinam que o fracasso é ruim, mas é quase impossível ter sucesso sem nunca falhar. Pessoas mentalmente fortes veem o fracasso como prova de que eles estão se empenhando até o limite em seus esforços para alcançar seu pleno potencial.

  • 11. Medo de Ficarem Sozinhas


No mundo rápido de hoje ter um pouco de tempo em silêncio, muitas vezes, demanda um grande esforço. Muitas pessoas evitam o silêncio e a solidão, porque se sentem desconfortáveis com a falta de atividade. Mas um tempo para si mesmo é um componente essencial para a construção de força mental. Pessoas mentalmente fortes criam oportunidades para ficarem a sós com seus pensamentos, refletir sobre o seu progresso, e criar metas para o futuro.

  • 12. Sentir que o Mundo Não lhes Deve Nada


É fácil ser pego em um sentimento de direito sobre nossa sorte. Mas esperar que o mundo - ou as pessoas nele - lhe deem o que você acha que estamos em dívida não é uma estratégia de vida útil. Se você estiver ocupado tentando tirar o que acha que merece, então você não terá tempo para se concentrar em tudo o que você tem para dar. E todo mundo tem dons que podem ser compartilhados, independentemente de estarem ou não "quites" com a vida.

  • 13. Esperar Resultados Imediatos


Não seria bom se tudo na vida pudesse acontecer com o toque de um botão? Nós geralmente crescemos tão acostumados com nosso mundo "sem linhas, sem espera", que nossos cérebros começam a acreditar que tudo deve acontecer instantaneamente. Mas o auto-crescimento se desenvolve mais em ritmo de um caracol, do que na velocidade da luz. Se você estiver tentando perder peso ou desenvolver uma atitude mais graciosa, lentidão e constância vencerão a corrida e esperar resultados imediatos só irão levar você à decepção. Pessoas mentalmente fortes sabem que a verdadeira mudança leva tempo e, por isto, elas estão predispostas a trabalharem duro para ver os resultados.

A boa notícia é que todo mundo tem a capacidade de construir força mental. Mas, para isso, você precisa desenvolver a auto-consciência sobre os pensamentos, comportamentos e sentimentos auto-destrutivos que o impedem de alcançar seu pleno potencial. Depois de reconhecer as áreas que precisam ser trabalhadas, o comprometimento com os exercícios de força mental o ajudarão a criar hábitos mais saudáveis e a construir os ´´músculos mentais´´.

Fonte: http://www.amymorinlcsw.com/mentally-strong-people/






terça-feira, 6 de janeiro de 2015

6 maneiras práticas de se tornar mais saudável psicologicamente


O estresse e o desgaste da vida cotidiana nos levam para baixo, mas há pequenas coisas que podemos fazer para melhorar o nosso bem-estar. Aqui estão algumas práticas sustentadas em pesquisas que podem nos ajudar a se sentir melhores e menos estressados:



  • Expresse Gratidão. 

Pesquisas em psicologia positiva têm revelado os benefícios de expressar gratidão - apreciar o que temos, ou agradecer a alguém por algo positivo que ela fez por nós. A gratidão não apenas nos faz sentir melhores e mais otimistas, mas também aumenta a empatia, e faz a outra pessoa se sentir melhor também.

  • Sorria e seja feliz. 

O riso pode não ser o melhor remédio, mas certamente pode nos fazer sentir melhores. O riso pode aumentar a nossa energia, e dificilmente você se sentirá estressado quando estiver sorrindo. Até mesmo o sorriso forçado pode ter efeito. A investigação sobre o efeito do feedback facial descobriu que quando os participantes forçaram o sorriso (segurando um lápis entre os dentes), seus sentimentos de felicidade aumentaram. Além disso, o riso é contagioso e pode aliviar uma situação tensa, ou fazer outra pessoa se sentir melhor.



  • Faça uma pausa. 

Fazer uma pausa da rotina diária como um refúgio de fim de semana, uma partida de golfe, um bom treino, uma saída no shopping, etc - pode fornecer um bom alívio do estresse. O elemento crítico, no entanto, é realmente "fazer uma pausa", e não sentar e ruminar sobre o que você não está fazendo. Recompensar-se com uma ruptura é uma maneira rápida de obter algum alívio.

  • Seja um otimista. 

Relacionado a gratidão, este é, na verdade, como fazer um inventário das coisas boas que aconteceram na sua vida. Concentrando-se muito sobre os aspectos negativos, você acaba sendo arrastado ao pessimismo e, em casos extremos, pode levar você ao desespero e ao sentimento de impotência. Focar os aspectos positivos - bons amigos, bons tempos, seus talentos e pontos fortes - fazem você se sentir melhor consigo mesmo.

  •   Visite alguém que precise de você. 


Ser um apoio para os amigos ou entes queridos em tempos de doença ou problemas não só os faz sentir melhores, mas pode melhorar o seu bem-estar, tanto através da camaradagem compartilhada quanto por saber que você está os ajudando a passar por um momento difícil.

  • Passe mais tempo com um ente querido. 

Nada é mais gratificante do que passar um tempo com alguém que você ama. Quer se trate de um jantar romântico, um passeio com uma criança, relembrar com os pais, ou uma atividade agradável com um irmão ou melhor amigo. Essas interações intensas nos levam às memórias positivas, que nos servirão de apoio em tempos difíceis no futuro.