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sábado, 24 de janeiro de 2015

Comportamento: Noiva publica no Facebook lista de razões pelas quais não convidou todos os amigos para o casamento





"Vou tentar tornar isso o mais simples possível para que ninguém fique magoado", escreveu a noiva, antes de enumerar sete motivos que usou para eliminar algumas pessoas de sua festa

Poucas coisas na vida dão mais trabalho do que selecionar os amigos que vão a sua festa de casamento. Mas uma noiva americana resolveu chutar para longe toda a etiqueta e listar, em sua página no Facebook, as razões pelas quais alguns “amigos” não são próximos o suficiente para ir ao evento.

“Não temos lugares sobrando na igreja e na recepção”, começa o post da noiva. “Então vou tentar tornar isso o mais simples possível para que ninguém fique magoado. Se você não for convidado, aqui vai uma lista de possíveis razões.”

Entre os sete motivos para a exclusão, a americana incluiu “Se eu já te convidei toda vez que faço uma reunião e você nunca apareceu”, “Se você é só um colega de trabalho e nós nunca saímos fora dele” ou “Se você provavelmente viria só pela comida e a bebida e realmente não tem nenhum outro interesse além disso”.

E, mostrando que não há limites para o constrangimento público, o número 7 é especialmente vingativo: “Se você se casou e eu pensei que éramos amigos mas você não me convidou”.
Confira, abaixo, a lista completa:



"1. Se eu já te convidei toda vez que faço uma reunião e você nunca apareceu;

2. Se você é só um colega de trabalho e nós nunca saímos fora dele;

3. Se eu compareci a coisa que você me convidou e você nunca apareceu ou sequer respondeu a meus convites;

4. Se eu só saí com você em um grupo, mas nós não somos próximos;

5. Se em algum momento você falou alguma m... sobre mim, você definitivamente não será convidado;

6. Se você provavelmente viria só pela comida e a bebida e realmente não tem nenhum outro interesse além disso;

7. Se você se casou e eu pensei que éramos amigos mas você não me convidou.”
Nos comentários, muitos usuários questionaram se alguém “que nunca respondeu a um convite” da noiva ou “nunca saiu com ela fora do trabalho” estaria realmente interessado na festa.

Fonte: Marie Claire






terça-feira, 16 de dezembro de 2014

10 principais razões que fazem as pessoas permanecerem num casamento infeliz



Já se perguntou por que tantas pessoas permanecem em um casamento infeliz? De acordo com uma pesquisa encomendada pelo escritório de advocacia Irwin Mitchell, do Reino Unido, a principal razão é a pessoa achar que tem muito a perder com o divórcio. Na sequência, um em cada quatro casais está junto apenas pelo bem dos filhos, planejando o fim da união quando eles crescerem. Os dados são do jornal Daily Mail.




Entre os principais itens que levam a um relacionamento fracassado estão traições, distanciamento e se tornar apenas amigo do parceiro. O levantamento ouviu 2 mil pais casados.

Confira as 10 principais razões para permanecer casado quando não se está feliz, listadas pelos entrevistados:

1 - Ter muito a perder

2 - Preocupação com o impacto sobre as crianças

3 - Não conseguir se sustentar/morar morando sozinho

4 - Não conseguir arcar com os custos do divórcio

5 - Esperar mais tempo para tomar decisão final

6 - Estigma do divórcio

7 - Dinheiro do parceiro

8 - Preocupação sobre como gerir o contato com as crianças

9 - Preocupação em não encontrar outro parceiro

10 - Casal ter muitos interesses financeiros compartilhados

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Ele ficou casado por 55 anos. Há cinco, perdeu a esposa, mas não deixa de viver na companhia dela.


A imagem tocou o coração de Madina Bashizadah e se tornou viral na web. A jovem registrou a cena e postou uma foto no Twitter:

Na imagem, um idoso lancha em rede de fast food na Califórnia (EUA). Mas isto é apenas um detalhe.



"O idoso estava sentado fazendo o seu lanche e percebi que havia uma foto com ele", disse Madina ao "Huffington Post". "Foi um lindo momento, mas também triste", acrescentou.

Clientes da lanchonete perceberam a cena emocionante e se aproximaram, ávidos por mais detalhes. A foto sobre a mesa registra um momento do idoso e da esposa, falecida há cinco anos.

Eles se conheceram quando tinham 17 anos, mas acabaram separados durante a Segunda Guerra Mundial.

"Ele procurou a mulher por 10 anos. Um dia, ele contou sobre a busca ao seu barbeiro. E o barbeiro chamou a sua filha, que se revelou ser a mulher que ele procurava. Eles se casaram logo e ficaram juntos por 55 anos, até a morte dela", relatou Madina.

Segundo a autora da foto, o idoso leva a esposa para onde for.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Estudo mostra como um casamento conturbado e depressão podem gerar obesidade


Na pesquisa, homens e mulheres com histórico de depressão que discutiram acaloradamente com seus parceiros queimaram menos calorias

Discutir com seu cônjuge pode gerar quilos a mais — principalmente se você sofrer de depressão. Um estudo realizado pela universidade de Ohio, nos Estados Unidos, mostrou que que brigas alteram as funções metabólicas do organismo e podem prejudicar a digestão de uma alimentação rica em gordura.



Na pesquisa, homens e mulheres com histórico de depressão que discutiram acaloradamente com seus parceiros queimaram menos calorias e tiveram níveis mais elevados de insulina e de triglicerídeos depois de comer uma refeição pesada, quando comparados aos participantes sem esses fatores de risco.

O casamento conturbado faz com que haja um gasto médio de 118 calorias a menos — o que pode acarretar um ganho de peso de até 12 quilos em um ano. Além disso, casais que brigam muito podem apresentar fatores que aumentam o risco de doença cardíaca e diabetes.

— Estes resultados não só mostram como o estresse crônico pode levar à obesidade, mas também aponta para o quanto é importante controlar transtornos de humor. Intervenções para a saúde mental podem beneficiar a saúde física também — disse Jan Kiecolt-Glaser, principal autor do estudo.

Segundo o médico, as refeições podem proporcionar momentos de desentendimentos entre os casais.

Os pesquisadores recrutaram 43 casais saudáveis, com idades entre 24 e 61 anos, que estavam casados há pelo menos três anos. Como parte do estudo, os participantes completaram uma série de questionários, além de fazer refeições com calorias que simulavam uma alimentação feita com fast food.

Duas horas mais tarde, os casais foram convidados a discutir e tentar resolver uma ou mais questões que os pesquisadores haviam anteriormente estabelecido: dinheiro, comunicação entre o casal e sogros. A partir daí, os pesquisadores realizaram exames para comparar os níveis de queima de calorias entre os casais que tinham brigado e os que não haviam se desentendido durante a conversa.

Fonte: www.clickrbs.com.br

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Seu Ciúme é Normal ou Doentio?






Sabemos que existem vários tipos de ciúme, entre irmãos,  amigos,  familiares...
Aqui falaremos um pouco do ciúme entre casais:                                                                                



1) Que motivos costumam detonar uma crise de ciúme?
É importante entendermos que existem dois tipos de ciúme: o normal e o patológico.
Se for um ciúme normal, geralmente a crise é desencadeada por uma situação pontual em relação a uma pessoa, como alguém se insinuando, ver seu amado admirando uma mulher bonita, provoca uma sensação de ameaça e é numa situação específica. Situações de compromissos  individuais como ir ao jogo com os amigos ou a uma festa do trabalho, podem gerar uma certa insegurança no parceiro, mas é uma crise transitória, passa em pouco tempo e principalmente é baseada em fatos reais.
Já se for um ciúme patológico, este acompanha a pessoa o tempo todo como uma ideia fixa. Faz com que a pessoa tenha pensamentos obsessivos de traição dia e noite, muitas vezes, sem que tenha uma pessoa específica da qual se sinta o ciúme. Qualquer fato pode desencadear a crise, um telefonema, um atraso ao chegar em casa, um fio de cabelo, um torpedo, um recadinho no facebook ou até a compra de uma roupa nova.

2) Quais são as atitudes mais comuns dos ciumentos?
Para quem tem o ciúme normal, a atitude geralmente é resposta ao medo de perder seu objeto de amor que  pode resultar em uma briguinha, ficar de mal por um dia, até que a pessoa sinta-se segura novamente. Mas se for o caso do ciumento patológico é uma outra história. Os pensamentos e comportamentos paranóicos e obsessivos  fazem com que a pessoa acredite, tenha “certeza” de que está sendo traído e faz de tudo para confirmar  essa crença.

Segue, limita com quem a pessoa sai, o que veste, monitora os passos, vasculha bolsos, checam celular, e-mails, redes sociais,  revira carteiras ou bolsas, controla os horários do companheiro (a) e se por algum motivo encontrar algo (que na cabeça dela (e) seja uma “prova dessa traição” é um motivo ou se em algum momento não conseguir localizar-lo, entra na crise.). Nessa crise, se descontrola, perde a razão, e sua reação pode variar desde uma agressão verbal até um belo escândalo, incluindo agressão física e fim do relacionamento (nem sempre o ciumento é quem leva o fora!). Em último grau, como já demonstrado, infelizmente até pela mídia, pode até acabar de forma trágica em homicídio e/ou suicídio.

3) Sentir ciúme é bom?
Se for um ciúme normal, faz parte do humano, crianças sentem ciume.
Em adultos no que se refere a relações afetivas é o medo de perder seu companheiro (a) e muitas vezes é visto como uma demonstração de amor.
É importante também avaliar se a pessoa é realmente ciumenta ou se não é o companheiro (a) que acaba estimulando este sentimento por  através de comportamentos ou procedimentos que deixariam o outro sempre inseguro (a).
 O ciúme patológico é extremamente nocivo para quem sente, porque existe um sofrimento imenso e que pode fazer com que a pessoa fique tão fixada na ideia de que está sendo traída que o faz  se desligar de outras áreas de sua vida, trabalho, família, amigos e acaba claro, abalando o relacionamento tomo um todo.
É muito difícil para o companheiro (a) desta pessoa, suportar as frequentes desconfianças, questionamentos, controle de todos os passos e dependendo da gravidade deste ciúme patológico, com certeza levará ao fim do relacionamento.
A combinação de ciúme patológico, alcoolismo e/ou uso de drogas é muito comum e quem se relaciona com uma pessoa com estas características deve pensar duas vezes em continuar com esta relação, pois os riscos de violência são imensos.

4) Existe um limite saudável?
O ciúme saudável é o normal, aquele que aparece por uma causa específica, que vem e que passa. No entanto, aquele que acompanha a pessoa o dia todo, todos os dias e passa a atrapalhar na vida cotidiana – este, sim, precisa ser tratado.

5) Como saber se a gente está extrapolando?
Se passarmos muito do nosso tempo pensando no que o nosso companheiro está fazendo e imaginando, pensamos que ele pode estar nos traindo, este pode ser um sinal de alerta!
Se isso gera um sentimento imenso de desconforto, nos tira o sono, se vemos risco de perdê-lo a todo o momento e nos faz ter atitudes abusivas e descabidas, invasivas e controladoras, é hora de colocar a mão na consciência, perceber que há algo de errado e procurar ajuda!

 6) Por que muitas pessoas não conseguem se controlar?
Pacientes com ciúme patológico relatam que as crises vêm como um impulso incontrolável,  referem-se a estas situações como se ficassem cegas, dizem que o sangue sobe a cabeça e não conseguem ver mais nada.
Na realidade são como uma bomba, prestes a explodir.
São assoladas por uma enxurrada de emoções como rejeição, medo, raiva, ansiedade, humilhação e desejo de vingança. Daí brigam, acusam, xingam, choram, muitas vezes até se arrependem, mas quando caem em si o estrago já foi feito, o circo já pegou fogo, o barraco já caiu.

7) Esse comportamento pode ser considerado uma doença?
No caso do ciúme patológico sim.
Os desvios de personalidade podem ter sido originados  a uma série de problemas psico emocionais, desde uma baixa autoestima, depressão, TOC (transtorno obsessivo compulsivo), stress, abuso de álcool, dependência química e chegando até a esquizofrenia.
Geralmente quando a crise passa, a pessoa tem o mínimo de ciência de que extrapolou nas ações. Entender isso é um sinal muito importante para que a pessoa possa aceitar que algo está errado com ela e não com o outro e que deve procurar ajuda de um psicólogo.
Só um profissional poderá fazer o diagnóstico correto e orientar qual o melhor tratamento.

8) Que estragos ele provoca no relacionamento e na vida da própria pessoa?
Os estragos podem ser imensos e na maioria das vezes irreparáveis.
Quando uma pessoa vive este ciúme patológico pode comprometer seu trabalho, seu estudo, sua vida social e principalmente sua relação afetiva.
Ela vive tão presa e obcecada por controlar o outro ou pensando como ele (a) possa estar lhe traindo, que acaba fazendo tudo de qualquer jeito ou nem fazendo.
E se formos falar do relacionamento em si, o dano é ainda maior.
Para o companheiro (a) viver sob a luz da desconfiança, do controle, das acusações, muitas vezes humilhações, agressões verbais e até físicas é extremamente doloroso e a sequencia destes episódios acabam por dilacerar a relação.
Dificilmente alguém consegue sustentar por muito tempo uma relação doentia destas, a não ser que tenha uma patologia complementar, seja um masoquista ou uma pessoa com a autoestima ainda menor que seu companheiro (a).

9) Dá deixar de ser ciumento? De que jeito?
O primeiro passo é ter consciência do problema, sou ciumenta (o) e o que faço?
Se você sabe que tem um ciúme exagerado aprenda com o passado, lembre-se de quantas vezes brigou e se arrependeu então pense antes de fazê-lo novamente. Quando começar a fantasiar, preste atenção e pare, tente focar em outras coisas mais pertinentes, principalmente em si mesmo, elevando a autoimagem, autoestima, enriquecendo seu mundo. Procure dialogar com o companheiro (a) e não brigar, poder falar de suas angustias e seus medos poderão ajudar muito e se estiver difícil controlar ou mudar, a psicoterapia é extremamente indicada e ajudando você se reorganizar, se entender, e administrar seus sentimentos e emoções.

10) Por que é importante ter liberdade?
O Dar liberdade e ter liberdade significa amar. Quem ama liberta, mas para isso é preciso ter confiança em si mesma.
Se você aprisiona, você desqualifica o outro como uma coisa, um objeto. Você o  quer só para você e quer ser seu dono.
Se você ama e o qualifica como objeto de amor, se o respeita como tal, como alguém que pode somar algo a você, sabe que ele (a) está com você porque quer, porque gosta, por opção e escolha.
Uma relação com amarras não sobrevive e se sobrevive é uma relação doentia, triste, regida pelo medo e pela desconfiança. O ciumento patológico precisa entender que quanto mais ele prende e controla (com o intuito de manter a relação), mais perde o amor e o respeito do outro.

Como diria Raul Seixas:
“Amor só dura em liberdade,
O ciúme é só vaidade...”

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quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Quando o relacionamento é baseado na manipulação


























Por: Margalis Fjelstad

Um zelador emocional é alguém que se importa com os sentimentos, necessidades e desejos de um manipulador emocional. O zelador adia ou desiste de seus próprios desejos, e até mesmo da sua própria saúde e bem-estar, para que o manipulador se satisfaça. Eles se doam para "manter a paz" e para agradar a outra pessoa. Fazem tudo isso sem que haja nenhuma melhora no relacionamento.

Cuidadores emocionais são atenciosos, preocupados, generosos e de confiança. Eles sinceramente querem agradar os outros e geralmente são pessoas agradáveis. No entanto, eles podem ser facilmente manipulados por outros, porque tendem a ser passivos e submissos demais, e têm altos níveis de culpa e obrigação por medo da raiva nos outros. Um zelador emocional prefere se sentir magoado, chateado ou deprimido em vez de ver a pessoa que eles se preocupam com esses sentimentos. Isso os torna altamente vulneráveis ​​de serem usados e maltratados em suas relações com pessoas que são muito auto-orientadas e egoístas.

Muitos cuidadores nem sequer percebem que eles estão se doando demais. Quando percebem, podem tornarem-se ressentidos e com raiva, Esses clientes sempre me perguntam: "Por que escolhi entrar em um relacionamento com alguém que é tão egoísta?" Mas uma personalidade zeladora é de magnetização de um manipulador emocional. No início, o relacionamento parece maravilhoso. É uma pessoa que gosta de dar e uma pessoa que gosta de receber. Infelizmente, muitas vezes o receptor só quer mais e mais, tudo à sua maneira. Enquanto isso o zelador, secretamente, espera que as coisas se equilibrem no longo prazo; mas isso nunca acontece.

(Eu não acho que os cuidadores emocionais e co-dependentes são a mesma coisa: A maioria dos cuidadores são altamente funcionais, positivos, e se sentem merecedores no seu trabalho e com seus amigos, enquanto co-dependentes são geralmente passivos, auto-invalidadores, impotentes e auto-destrutivos na maioria dos relacionamentos.)

Quando os cuidadores estão em relacionamentos com pessoas que o respeitam, o valorizam, e têm consideração positiva com eles, há um bom equilíbrio entre dar e receber. E cuidadores costumam ter relações positivas em suas vidas. Mas, em um relacionamento íntimo com um manipulador, os valores, as crenças sobre a doação e carinho, e o medo da raiva, hostilidade e rejeição do manipulador, mantém o zelador emocional praticamente um refém. Quando o zelador discorda ou quer algo diferente do manipulador, muitas vezes se omitem e não fazem porque esse nível de "combate" está fora de sua gama de habilidades e valores. Eles estão à mercê de um parceiro cujo objetivo é conseguir o que quer, não importa como.

Qual é o custo de ser um zelador emocional em uma relação manipuladora? Perda da auto-estima; aumento da ansiedade e depressão; um crescente sentimento de desesperança e impotência; exaustão; uma sensação de vazio; medo; e frustração. Cuidadores muitas vezes se sentem presos em relacionamentos por causa de seu senso de lealdade e relutância em magoar a outra pessoa, não importa o que essa pessoa fez.

Em vez de reações de luta ou fuga, a maioria dos cuidadores respondem ao perigo, raiva e hostilidade ´´se desligando´´. A respiração torna-se superficial, eles congelam e esperam que o perigo passe. Este processo de desligamento faz o pensamento ficar difuso, os músculos se tensionam, e até mesmo o ritmo cardíaco e digestivo diminuem. Esta reação pode resultar em problemas físicos, tais como a enxaqueca; indigestão e outros problemas intestinais; insônia; dores no pescoço, ombros e nas costas; e uma sensação geral de derrota.

Como é que se deixa de ser um zelador emocional? A coisa mais importante a fazer é se valorizar e se tratar com o mesmo respeito que você dá aos outros. Valorize seus próprios desejos, necessidades e preferências. Estabeleça limites e não permita que os outros coloquem você para baixo, ou ignorem o que é importante para você. Aprenda a lutar e fugir de forma eficaz quando você estiver em perigo.

Cuidar de si mesmo em primeiro lugar e, então, oferecer o seu carinho aos outros. Isso pode mudar a sua vida.

Fonte: Psychology Today

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Quatro erros comuns que podem acabar uma relação


PARA ESPECIALISTA, CASAL DEVE ENXERGAR AS
DIFICULDADES COMO OPORTUNIDADE PARA APRENDER
Falta de confiança, omissões, dificuldade em dedicar tempo ao parceiro. São muitos os motivos que podem por fim a uma relação. Pensando nisso, a americana Sheryl Paul, escritora especialista em relações, relacionou os quatro erros mais comuns que escutou ao longo dos anos de clientes em seu consultório –e que muitas vezes são a causa de uma separação. “É uma triste verdade que nossa cultura dá pouca instrução para ajudar as pessoas a navegar no difícil caminho das relações”, disse a escritora ao site “MindBodyGreen”. Saiba como evitar ou superar alguns destes equívocos.




1. Acreditar que a relação será fácil1. Acreditar que sua felicidade é responsabilidade de seu parceiro
A nossa cultura, na qual predomina a fantasia do amor romântico, prega que, uma vez que você encontra “a pessoa”, você dará adeus às frustrações e ao tédio e entrará num estado permanente de felicidade. Embora uma relação saudável de fato traga alegria, não é papel do seu parceiro acabar com todas as suas tristezas. É seu papel lidar com suas frustrações, dores, tédios, problemas que inevitalmente irão aparecer durante o relacionamento.

Não há nada de fácil em estar numa relação íntima e duradoura. Algumas são mais fáceis que outras e certamente sempre haverá, em qualquer convívio, momentos em que vocês navegarão em águas tranquilas e inevitáveis novas tempestades. Consciente disso, você achará bem mais fácil aceitar estas mudanças. Resistir aos momentos difíceis e vê-los sempre como prova de que há algo “errado” ou de que você está com a pessoa “errada” só vai aumentar as dificuldades. Por outro lado, enxergar as dificuldades como uma oportunidade para aprender, lhe dará a energia necessária para ir adiante e amadurecer sua parceria.

2. Não entender que segredos são mentiras
Confiança é a essência de uma relação e, quando ela é quebrada, leva tempo e esforço de ambos para consertar o dano. Frequentemente, ouvimos alguém dizer: “Eu não contei a ele, mas eu também não menti”. Esta afirmação é uma contradição, já que omissões também são mentiras. Se você está escondendo seus atos de alguma maneira é apenas uma questão de tempo até que a verdade seja revelada e a confiança na relação, perdida.



3. Não entender que a confiança perdida pode ser recuperada
Quando a confiança é perdida, o que acontece em quase todas as relações duradouras em algum momento, é essencial entender que ela pode ser recuperada, desde que ambos estejam dispostos a fazer um difícil trabalho de auto-crescimento. De fato, é nestes momentos, quando se sente que algo de muito sólido na relação se rompeu, que é dada a oportunidade para mudar os padrões de comportamento um com o outro que não funcionaram até então. É uma tarefa dolorosa e a reação natural é desistir, especialmente se você não acredita que a confiança pode voltar a ser como o que era antes.  Mas se você acredita que os níveis de confiabilidade podem aumentar e diminuir ao longo de um relacionamento, você achará a força necessária para superar essas fases.

4. Não encontrar tempo de qualidade para a relação
Relações requerem dedicação para darem certo. É fácil deixá-las em segundo plano, sobretudo quando se tem filhos pequenos para cuidar, trabalho e um corpo que precisa de cuidados e exercícios. Mas seu casamento é como um ser vivo, que se não for hidratado toda semana, começa a murchar. Tire um tempo toda semana para focar apenas no outro, e todo dia, nem que sejam alguns minutos, para interagir com o seu amor
.
Fonte: Globo