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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Carioca perde 21 kg com dieta psicológica



Fonte: Terra.com.br

Odeio ir na academia, mas sou obrigada a ir; não gosto de fazer exercícios; não resisto a um belo pedaço de bolo. Essas afirmações estão constantemente na boca daquelas pessoas que insistem em dizer que não conseguem emagrecer. A justificativa para as dietas que começam na segunda-feira e terminam na terça ou os exercícios que não surtam efeitos podem ter uma explicação psicológica. Certas emoções não reconhecidas ou assumidas costumam se manifestar no corpo, adulterando sua forma e seu funcionamento saudável. No lugar de procurar dietas malucas, muitos encontram ajuda na psicologia, como foi o caso da química carioca Mariana Santos, que já perdeu 21 kg em 10 meses.




A psicóloga Laura Cavalcanti acredita que a transformação do corpo deve acontecer de dentro para fora. "Normalmente os tratamentos acontecem voltados para a medicina, nutrição e exercícios físicos. Sempre existe muita ansiedade nesses casos, mas que raramente as pessoas associam aos tratamentos de emagrecimento", disse. Para ajudar nesse processo, ela desenvolveu o Programa EmagreSer Integral, tratamento que ajuda as pessoas a lidarem com as emoções e sensações que não foram decodificadas. "Quando as pessoas não estão com o psicológico bem, o dispositivo de fuga acaba sendo o exagero alimentar, que funciona como uma descarga. Nesse momento ela busca a comida como ponto de apoio e a comida passa a não ter mais uma função alimentar", explicou.

Segundo a psicóloga, quando os pacientes começam a entender esses sentimentos, já se sentem mais leves antes mesmo de perder um quilo. "É a prova de que muitos problemas são psicológicos. A consciência fica mais leve."

O primeiro foco do tratamento é cuidar dessas emoções, identificar e "levá-las para o seu devido lugar". Temos que dar nome aos sentimentos: raiva, saudade, amor, ódio... A gente apropria as emoções para que elas não influenciem na hora da comida”, detalhou acrescentando que a psicologia tem importante papel para construir essa responsabilidade nas pessoas. "Nós resgatamos o direito de comer com prazer e fazemos com que as pessoas entendam a necessidade da boa alimentação", disse.

Para conseguir passar dos 86 kg para os 65 kg, Mariana Santos resolveu procurar ajuda psicológica. Ela perdeu 21 quilos desde setembro do ano passado. "Eu já tinha tentado fazer várias dietas, fui no Vigilantes do Peso, mas nada adiantava e eu continuava engordando", contou. Ela admitiu que nunca tinha pensado que o lado psicológico poderia impedir esse emagrecimento. "Ninguém acha que uma coisa tem ligação com a outra, né? Mas tem tudo a ver. Você cuida da mente para depois emagrecer o corpo", destacou.
Em cinco meses de tratamento psicológico, Mariana começou a correr. "Eu comecei a ver o exercício com outros olhos e passei a não fazer por obrigação. No tratamento aprendemos que o exercício físico, por exemplo, é importante para a nossa saúde e não só para mantermos nosso corpo nos padrões de beleza que a sociedade pede", explicou.

Mariana falou que sempre foi muito dependente emocionalmente da opinião dos outros. "Se as
pessoas me falavam que eu era gorda, eu ficava sempre muito triste e ansiosa. Aí percebi que a opinião delas não podia ter uma função tão grande na minha vida. Depois disso, todos os meus sentimentos estavam bem mais resolvidos e tudo foi mais fácil", disse.


Mesmo com esse acompanhamento, Mariana também fez uma dieta: "não tem milagre. Mas a gente passa a entender que é bom comer bem e ter uma vida com muito equilíbrio. Uma coisa puxa a outra", disse.

"É esquisito pensar que a mente manda em tudo. Você precisa cuidar dos problemas emocionais para ter estimulo para fazer as coisas que ajudam o lado de fora do seu corpo, no caso, emagrecer", finalizou.

O tratamento também é adequado para aqueles que sofrem de anorexia e bulimia, claro, acompanhado da medicina patológica.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Veja neste vídeo o quanto o modelo de ´´perfeição´´ do corpo feminino evoluiu ao longo do tempo





Sabemos que devemos nos aceitar como somos, mas a mídia continua a implantar imagens de modelos e celebridades em nossas mentes que tendem a moldar o que nossa sociedade percebe como bonito.

A ideia de que existe um tipo de corpo "perfeito" não é nada nova. Por milhares de anos as sociedades tiveram suas próprias versões de perfeição física, e todas elas diferem drasticamente - o que nos diz que os ideais de beleza são subjetivos e não devemos nos deixar seduzir por elas.

Para enfatizar o movimento do corpo-positivo, o blog BuzzFeed divulgou um vídeo detalhando 3.000 anos de "corpos femininos ideais", conforme determinava o padrão de beleza das suas sociedades. É fascinante ver como uma mulher se transforma em outra, como um corpo com quadris largos poderia ser considerado ideal em uma sociedade e, em seguida, indesejável em outra.

Você pode assistir ao vídeo abaixo:







segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Apetite emocional: a fome mentirosa



O combate á fome mentirosa!

Aquela vontade de comer, inexplicável e inacabável, tem enchido a cabeça a muitos estudiosos e enervado muitas outras pessoas. O que a provoca? Por que temos vontade de comer mais do que o nosso corpo precisa? Leia atentamente, você encontrou a resposta e tem direito a uma solução eficaz.

1. O que NÃO é?
Necessidade alimentar fisiológica. O apetite emocional não é uma resposta á necessidade de energia ou nutrientes por parte do seu corpo. O mais provável é que ele esteja perfeitamente satisfeito quando o apetite emocional acorda. Aliás, estes dois apetites são completos estranhos um para o outro, cada um cruzando o seu caminho e traçando os seus próprios objetivos!

O que É?
É uma reação física a alterações hormonais provocadas por sentimentos como o stress, a angústia e a tristeza. Quando estas emoções são negativas e fortes, o seu organismo pode tentar combatê-las  com a liberação de endorfinas!

Quê? Eu explico: as endorfinas são as substâncias químicas que produzem a sensação de bem-estar! Existe um neurotransmissor de endorfinas em cada célula do seu corpo, portanto podem ser sentidas em TODO o seu corpo. Produzem uma sensação de felicidade que se pode traduzir de diversas formas,  reduzindo drasticamente os níveis de stress!

E onde entram os alimentos aqui?

Ora, quando comemos coisas que gostamos muito, sentimo-nos felizes e o nosso cérebro liberta automaticamente estes hormônios da felicidade: as endorfinas.

É uma forma simples de nos sentirmos bem numa situação horrível da qual não entendemos como poderemos sair, não é?




E o mais interessante é que sempre que repetimos o ritual ele se reforça em nossa mente – sim, já está cientificamente provado que sempre que criamos um caminho neurológico, ou o reforçamos, enraizamos um hábito na nossa existência – e é mais complicado abdicarmos dele!

Como se manifesta?

O apetite emocional traduz-se naquela sensação de fome difícil de satisfazer.

Possui duas vertentes:
- desejos por alimentos específicos, normalmente com um sabor forte: doce ou salgado;
- insatisfação alimentar.

Sofre destes sintomas regularmente?

Tem dificuldade em superá-los?...

Ou, em outras palavras: Quer aprender a Acabar com o Apetite Emocional?